Posts Tagged “ubuntu”

Uma dica rápida. Frustrado por copiar arquivos grandes entre partições do disco sem poder ter uma ideia de quanto tempo falta para acabar? Seus problemas se acabaram! Basta substituir seu cp pelo rsync, com um único comando:

echo "alias cp='rsync -v --progress'" >> .bashrc

Para aplicar as alterações basta logar novamente ou recarregar o arquivo de configurações com source ~/.bashrc.

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Aproveitando a onda de blogar as palestras, tava dando uma geral aqui no HD e achei mais duas:

A primeira, Apresentando conceitos de digitalização multimídia (download odp, slideshare), que dá uma introdução ao mundo das multimídias – imagem, áudio, vídeo – em formatos digitais, introduzindo conceitos como codecs e containers de forma simples.

A segunda, já um pouco caduca, é a “Apresentando o Ubuntu Studio” (download odp, slideshare), que ministrei no V Fórum de Software Livre do Rio de Janeiro, na UNIRIO em 2007.

Edit: Também apresentei a palestra acima no Document Freedom Day da UNIRIO em 2008.

À propósito, preciso ser um pouco mais criativo no nome das apresentações, ficar de “Apresentando Foo” sempre não dá… :D

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Ontem tive um freela no qual a missão era instalar 10 servidores LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP) com o Ubuntu Server, PHPMyAdmin, OpenSSH-server e ProFTPd. Os 10 servidores deveriam ter IPs fixos diferentes.

A instalação do primeiro servidor foi tranquila, pois o Ubuntu Server já instala o LAMP e o SSH para você automaticamente. Após a instalação terminar, é bom deixar tudo atualizado:

sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade

Restando apenas instalar o PHPMyAdmin e o ProFTPd, o que foi trivial:

sudo apt-get install phpmyadmin proftpd

A dica aqui é criar no servidor uma partição pequena, como 5 Gibibytes, para que não seja necessário copiar 250GiB de zeros (ou qualquer que seja o tamanho do HD) à toa. É uma boa também criar partições pequenas para que você possa usar HDs de tamanhos diferentes. Depois, se necessário, você poderá redimensionar a partição com o cfdisk ou com o gparted.

Mas vamos ao que interessa. Para clonar as máquinas (que não precisam necessariamente ser idênticas, embora seja uma boa que sejam para evitar dores de cabeça) eu usei o ddrescue. Para tal, retiramos o HD da primeira máquina, plugamos na segunda (onde, como as máquinas tem só um HD, reconhecido como /dev/sda, o HD extra com o servidor a ser clonado será reconhecido como /dev/sdb. Se esse não for o caso, verificar com sudo fdisk -l) e bootamos com um LiveCD do Ubuntu (ou “LivePendrive”, usei o Ubuntu Netbook Remix que instalei no meu Acer Aspire One :) ). Nele, vamos usar o modo texto, então aperte Ctrl+Alt+F1 – ou abra um terminal gráfico em Aplicativos > Acessórios > Terminal, se preferir. Vamos começar criando uma tabela de alocações vazia no HD zerado (ou com qualquer outra coisa instalada) para que possamos fazer a cópia:

sudo cfdisk -z /dev/sda

No cfdisk, pressione W (Shift+w) e entre com yes para gravar uma tabela de alocação vazia. Note que isto apaga os dados do disco, então tenha certeza de que está usando o dispositivo certo. Agora instalaremos o ddrescue, que fará o trabalho da clonagem:

sudo apt-get install gddrescue

E vamos botar a cópia para rolar.

sudo ddrescue -v --max-size=5Gi /dev/sdb /dev/sda

Os parâmetros são: -v para um modo verbose (indicar a posição da cópia), --max-size=nXX para indicar o quanto copiar, (é opcional, mas se você tem HDs de um 1TB, você não irá querer que ele fique horas copiando um monte de zeros, não é mesmo?) e finalmente /dev/sdx e /dev/sdy são os dispositivos de origem e destino da cópia. Note que a ordem é importante, cuidado pois você pode acabar apagando o servidor original se for descuidado nessa parte. Agora podemos desligar a máquina, tirar o HD de origem da cópia e reiniciá-la.

Um problema que notei foi que mesmo usando máquinas com estritamente o mesmo hardware, a placa de rede é detectada de forma diferente (por exemplo, se na primeira máquina era eth0, na segunda será eth1). Isto é um problema para servidores, pois o script que carrega a configuração de IP fixo está amarrado numa determinada placa. Assim, vamos editar esse arquivo:

sudo nano /etc/network/interfaces

e corrigir as referências de eth0 para eth1. Eu não sei exatamente porque isto acontece, acredito que haja um bind do MAC Address da placa com o endereço da placa no Linux, mas não sei onde essa relação se encontra, e tive que fazer a mudança manualmente. Aproveite para trocar o endereço de IP fixo, se necessário.

Além disso, como a placa de rede não sobe, não há um IP válido, então se você colocou um bind-address diferente de localhost na configuração do MySQL, ele também não irá carregar. Assim, caso você tenha trocado o IP no passo anterior, edite o arquivo de configuração do trocando o bind-address:

sudo nano /etc/mysql/my.cfg

No mais, é isso. Demorei um bocado para configurar a primeira máquina, tava batendo cabeça com as permissões do FTP, umask etc., me enrolei um pouco com o mod rewrite e o htaccess do Apache, e também na clonagem da primeira máquina eu não conseguia entender porque a placa de rede não estava subindo, mas depois que notei o problema e estabeleci estes passos, a clonagem das máquinas e sua posterior configuração ocorreu de maneira muito rápida, gastando menos de 10 minutos por servidor.

Antes de terminar, agradeço ao Pedro Marins que me indicou o freela e a possibilidade de aprender sobre este assunto. Valeu PNC!

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Hoje dei uma palestra na UNIRIO, na aula de Interação Humano-Computador, “Apresentando o GNOME”, apresentando a visão de usabilidade e os conceitos básicos de um ambiente desktop GNOME.

Seguem os slides: apresentando-o-gnome.odp (pdf)

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Com o lançamento da nova versão do Ubuntu 9.04 Netbook Remix, uma versão específica para notebooks pequenos, resolvi experimentar no meu Acer Aspire One. Até então rodava o Ubuntu 8.10 Desktop com algumas personalizações, mas que exigiam configuração manual (por exemplo, era necessário configurar manualmente o controlador de internet sem fio).

Após baixar a imagem do novo ubuntu e gravar num pendrive, dei o boot no novo sistema. Surpresa! Tudo funcionando perfeitamente, inclusive a internet sem fio, o que costumava dar problema antes. Bom, vou listar aqui, sem nenhuma ordem específica, alguns comentários sobre o novo sistema:

  • Praticamente todo o hardware funcional (com exceção dos leitores de cartão que não estão funcionando de forma hot-pluggable – isto é, é necessário dar boot no sistema já com o cartão que se pretende acessar)
  • Interface netbook (Maximus) configurada perfeitamente. Isso realmente permite otimizar o espaço da tela sem prejudicar o acesso às funcionalidades. Tinha feito antes, no Ubuntu 8.10, mas deu um trabalho grande e não ficou perfeito como agora. Mas nem tudo são flores, essa interface não trabalha corretamente com o Compiz (efeitos gráficos avançados), se ativados eles conflitam.
  • Apesar da falta de efeitos gráficos, o novo sistema de notificação, usado para mostrar a mudança de volume e brilho funciona de forma extremamente semelhante à versão desktop, apenas não tendo a transparência.
  • Seleção de pacotes diferenciada da versão desktop – inclui FBReader (leitor de e-books), Cell Writer (input de caracteres via gestos, semelhante a escrita do Palm) e o Cheese, mas vem sem o GIMP.
  • Suspensão para a RAM funcionando perfeitamente, e já configurada para acontecer ao fechar a tampa. Essa foi uma notícia muito interessante, sempre quis suspender mas encontrava um bug ou outro. A hibernação provavelmente também está funcionando, mas não testei pois não quis desperdiçar 1GB (dos 8GB do SSD) com swap.
  • O LED do Wireless não vem configurado, mas pode ser facilmente ativado instalando-se o pacote linux-backports-modules-jaunty.
  • O PulseAudio está com um bug, em que o som do microfone fica cortado. Vá em Preferências > Som e mude o dispositivo de captura de “ALSA” para “HDA Intel ALC268 Analog(ALSA)”.

Fonte: Wiki do Ubuntu.

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