Kindle e o mercado brasileiro de eBooks

imageNo começo deste ano comprei um Kindle (3ª geração graphite 3G+WiFi) e tenho usado ele para ler livros em inglês, ler quadrinhos (manga e graphic novels em P&B) e para navegar na internet (o que, apesar das limitações do aparelho, funciona muito bem para meus propósitos – assunto para outro post). A disponibilidade de livros em português na Amazon é bastante limitada, então resolvi investigar as alternativas brasileiras.

Resolvi fazer um comparativo com o livro Elite da Tropa 2 de Luiz Eduardo Soares, Cláudio Ferraz, André Batista e Rodrigo Pimentel, que assim como seu antecessor deu origem ao sucesso de cinema Tropa de Elite. O livro é vendido em papel a cerca de 35 reais. Procurei em algumas lojas de ebooks, como a Gato Sabido – que oferecia o livro praticamente pelo mesmo preço que o livro físico, além de algumas lojas que vendiam a cópia digital mais cara que a física (!), mas o melhor preço que encontrei foi numa loja online “tradicional”, a Ponto Frio, por 19,90 (ou 18,90 em boleto bancário).

A primeira impressão foi bastante positiva. Os livros são vendidos em formato ePub (um formato livre, utilizado pela maioria dos leitores de livros, exceto o Kindle) e sem DRM (restrição de cópia). A loja sugere ainda programas para ler os livros em celulares (Stanza para iOS, Aldiko para Android) e para converter para o Kindle (Calibre), e também permite baixar uma versão de demonstração (com o prefácio e 2 capítulos – estranhamente não os 2 primeiros).

Para quem não conhece a experiência do Kindle, você pode comprar livros na Amazon tanto no site quanto na loja do próprio dispositivo, o pagamento é aprovado instantaneamente e o livro é transferido para o seu dispositivo em menos de 10 segundos. Resolvi então comprar o livro com cartão de crédito, para poder comparar com uma experiência mais próxima possível da loja americana.

Em resumo: deu certo, mas foi bem demorado. O processo todo levou 40 minutos , desde o pedido até o recebimento do link de download no email, incluindo a demorada aprovação do pagamento. Não existe um sistema dedicado para compras digitais, que em alguns momentos exibia status completamente não relacionados com compras digitais, como “encaminhado para a transportadora”. De qualquer maneira, recebido o link para download do livro por email, bastou acessar o site, transferi-lo para o computador e convertê-lo com o Calibre – um processo simples, assunto para outro post.

A experiência não é tão fluida como na loja da própria Amazon – como já seria esperado – e o processo não foi instantâneo, mas foi bem positiva. O mercado brasileiro de livros digitais ainda é incipiente, mas está indo pelo caminho certo.

Lê ou gostaria de ler livros digitais no celular ou em leitores dedicados? Deixe seu comentário.

(P.S.: Este foi meu primeiro post no blog utilizando o celular. O texto foi todo redigido no aplicativo do WordPress de Android, com o teclado Swype :) )

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Comprando jogos originais online com gift cards na PC Game Supply

A distribuição digital de conteúdos possibilitou um acesso rápido à compra de jogos pela internet, de forma rápida, simples e legal. Entretanto, uma das dificuldades encontradas está na utilização de cartões brasileiros em determinadas lojas (como a PlayStation Store) ou a restrição de certos conteúdos em contas brasileiras (como os jogos na App Store).

Uma alternativa simples a este problema é a utilização de gift cards, ou cartões de presente. Vendidos no site da loja e enviados pelo correio, são exatamente como um cartão de carregamento de créditos de celular pré-pago – raspa-se o cartão para revelar um código que deve ser digitado no sistema. Além da empresa por trás da loja – que frequentemente não entregam no Brasil -, diversos atravessadores vendem os tais cartões, como no eBay e no Mercado Livre, naturalmente adicionando uma taxa.

Esperar a entrega do cartão pelo correio não é nada conveniente, tampouco pagar taxas a atravessadores. A PC Game Supply vende os cartões cobrando uma taxa que varia de acordo com o preço original e você recebe o cartão escaneado por email. Um detalhe interessante: para garantir a sua segurança, na primeira compra eles ligam para o seu telefone celular para confirmar a compra. Segundo o slogan do site, a entrega é garantida em 30 minutos ou menos. Comigo levou 7 minutos desde o pagamento com o PayPal até a confirmação via telefone. A ligação foi num VoIP bem safado, a qualidade estava um pouco ruim, mas pediram para eu confirmar o pedido, e perguntando meu nome completo e endereço da fatura do cartão.

E isso vale à pena? Vamos a um exemplo prático. O God of War Collection para PlayStation 3 (que contém o God of War 1 e o God of War 2 remasterizados em HD) está custando R$ 84 na loja mais barata no BuscaPé. Comprando online, custa $29.99, o que pela cotação de hoje significa R$ 47 – quase a metade do preço. (Convenhamos, R$ 23,50 por cada jogo é bem barato.) ;) Além de não ter que ir a uma loja física, encontrar alguém do Mercado Livre num shopping center ou esperar alguns dias pelo frete. Afinal de contas, por que ter um pedaço de plástico se você pode baixar o jogo em instantes? É claro que nem todos os jogos são disponibilizados na loja online, mas para os que são, é uma excelente alternativa.

No caso da PlayStation Store, os cartões são vendidos nos valores de $10, $20 e $50, com uma “taxa de ativação” (o lucro do site, basicamente) de $1.99, $4.99 e $6.99, respectivamente, Para a App Store, os valores são semelhantes, e são a única alternativa legal de adquirir jogos na loja da Apple que não seja ter de recorrer a gambiarras como configurar o endereço na Argentina e afins.

O site vende ainda cartões de Nintendo Wii Points, Xbox Live, e uma série de jogos online, de World of Warcraft a Mafia Wars, e também programas como licenças do Windows e Office. Aceita pagamento via PayPal ou diretamente via cartões de crédito MasterCard e Visa.

Você já utilizou ou conhece alguma outra empresa que preste este serviço? Dúvidas sobre o funcionamento? Deixe um comentário abaixo.

P.S.: Este não é um post patrocinado. Simplesmente achei o serviço dos caras uma alternativa excelente e resolvi divulgar.

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Lembrando do que você leu e viu com o Skoob, Filmow e Orangotag

Com o advento das tecnologias, cada vez mais as pessoas estão fazendo como o Dumbledore, de Harry Potter: descarregando dados em sistemas e esvaziando a cabeça para coisas mais interessantes. Por exemplo, desde o advento dos celulares com agendas de telefone, dificilmente você sabe o telefone das pessoas de cor. Com a “web 2.0″ não poderia ser diferente.

Os três sites a seguir são redes sociais orientadas à conteúdos multimídia, respectivamente: livros, filmes e seriados. Além de conectar pessoas com interesses em comum, servem (pelo menos pra mim) prioritariamente para que você possa lembrar que livros leu e que filmes e seriados assistiu.

Começando pelo skoob. Criado no final de 2008 com o slogan O que você anda lendo?, a rede social se propõe a conectar leitores. No seu perfil, você pode adicionar os livros que já leu, está lendo e pretende ler, criando uma estante virtual, opcionalmente separando estantes diferentes para livros, revistas e quadrinhos (mangás e/ou HQs). Também é possível marcar favoritos, opinar e escrever resenhas e oferecer livros para troca. Caso você não encontre o livro que leu, pode cadastrá-lo rapidamente com algumas informações, como o nome, autor, editora, edição e ISBN do livro.  Uma alternativa internacional é o GoodReads.

Edit: a Fernanda me lembrou de um concorrente nacional do skoob: o livreiro.

Para os cinéfilos (e os nem tanto), a dica é o filmow. A ideia é a mesma: você adiciona os filmes que você já assistiu (inclusive podendo marcar quantas vezes os viu) e pode avaliá-los (1 a 5 estrelas), resenhá-los e favoritá-los. Mostra também quem os viu ou quer ver e a função “quem assistiu a este filme também assistiu”, o que é bem interessante para conhecer outros filmes, principalmente para filmes mais obscuros.

Finalmente, para quem curte séries de TV há o orangotag. Além das funcionalidades presentes nas outras duas redes, traz ainda um recurso bastante útil para quem acompanha séries baixando pela internet – ele dá um feed watchlist alert, que te avisa quando foram lançados novos episódios das suas séries favoritas.

Para quem ainda acessa redes sociais tradicionais (como o orkut) somente com o intuito de participar de discussões sobre livros, filmes e séries, as 3 redes também são uma alternativa interessante para conversar sobre estes assuntos. De uma forma geral, devida a especificidade das redes, o nível da discussão tende a ser maior.

Veja a minha estante no skoob, os filmes que já vi no filmow e minhas séries favoritas no orangotag.

Você conhece outra rede com um propósito semelhante? Deixe um comentário.

Edit: mais duas redes que utilizo com o propósito de penseira:

O gdgt é uma rede social voltada para gadgets. Tem como objetivo conectar pessoas pelos equipamentos que utilizam, servindo como um local para pedir opiniões ou tirar dúvidas com usuários, discutir funcionalidades e coisas do gênero. No seu perfil, você pode listar os gadgets que tem, teve e quer ter, incluindo detalhes como número de série, data de compra e período de garantia, sendo uma mão na roda para ter um acesso rápido a estes dados. Veja o meu perfil no gdgt.

Já no OpenFlights a ideia é logar dados das suas viagens de avião, chegando ao detalhamento de permitir registrar a compania aérea, o modelo da aeronave e até o assento utilizado. O mais interessante aqui são as estatísticas: qual aeroporto você mais voou de/para, qual o mais ao norte e mais ao sul, quantas voltas na Terra você já deu, e por aí vai. Curioso em quantas voltas na Terra eu já dei? Só ver aqui.

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FLISOL Rio de Janeiro neste sábado na UNIRIO

Acontecerá neste sábado (09/04) na UNIRIO mais uma edição do FLISOL – Festival Latinoamericano de Software Livre. Além do tradicional festival de instalação de software livre em PCs, teremos também um festival de instalação de Android.

Contaremos também com palestras – eu apresentarei a já mandada palestra sobre OpenStreetMap e o Pedro Marins falará sobre empreendedorismo – e encontros de comunidades (de linguagens de programação à start-ups). At last but not least, terminaremos o dia com um #horaextra.

Confira o site do evento e a programação completa. Também criei um evento no Facebook. Te espero lá!

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Bazar do Nighto

Poderia estar matando, mas peço um minuto da sua atenção para os produtos que estou vendendo:

  1. Vendido! Fonte Zalman ZM-360B-APS (360W real, 80 Plus e PFC Ativo, fan de 12mm, bem silenciosa, boa para HTPC) – R$ 160 (220 no BoaDica)
  2. Vendido! HD 1.5TB Seagate Barracuda 7200.11 ST31500341AS (SATA 3Gb/s, 32MB de buffer) – R$ 170 (220 no BoaDica)
  3. Vendido! HD 1TB Maxtor DiamondMax 22 STM31000340AS (SATA 3Gb/s, 32MB de buffer) – R$ 120 (145 no BoaDica)
  4. Vendido! Placa de vídeo ZOGIS ZO84GS-ED2H – GeForce 8400GS com 512MB de RAM, PCI-E, com HDMI e cooler passivo (sem ventoinha, ótima para HTPC) – R$ 80 (105 no BoaDica)
  5. Vendido! Placa de TV Digital PixelView PlayTV USB SBTVD Full Seg (plaquinha USB para ver TV digital no PC em Full HD (1080i)) – R$ 120 (150 no BoaDica)
  6. Vendido! KVM USB 2p com áudio AirLink 101 AKVM-U22 (alterna imagem (VGA), teclado, mouse (2 USB), caixa de som e microfone entre 2 PCs) – R$ 80

Aceito ofertas, especialmente comprando mais de um produto. Os HDs podem vir zerados ou recheados de filmes/seriados/animes, à escolha do freguês.

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Uma visão geral sobre o Motorola Milestone, a ROM ShadowModBR e como fazer overclock

Acho que nunca comentei aqui no blog, mas em agosto do ano passado comprei um Motorola Milestone para substituir meu já cansado Nokia N95 e um Apple iPod touch de terceira geração comprado no início daquele ano. À época, paguei um excelente preço, apenas R$ 800 por um aparelho que, então, era considerado topo de linha.

Atualmente, o Milestone continua sendo um bom aparelho, embora não mais o melhor do mercado, mas ele é encontrado por um preço bastante atraente – cerca de R$ 800 no Mercado Livre, por exemplo – o que o torna, na minha opinião, o melhor custo-benefício do mercado. Entretanto, a Motorola falha em entregar as atualizações do sistema Android com rapidez, e apesar de promessas para o Android 2.2 (Froyo), a última versão disponibilizada para o Milestone brasileiro é a 2.1 (Eclair).

Felizmente, a comunidade supre essa falha criando ROMs personalizadas. Existem 3 ROMs mais conhecidas para o Milestone: a pioneira CyanogenMod, disponível para vários aparelhos além do Milestone, a MIUI BR, tradução da MIUI, uma ROM chinesa que procura unir o melhor dos mundos do Android e do iOS, e finalmente a ShadowMOD-BR, que segue mais próxima da AOSP (isto é, é mais “pura”, mais parecida com o Android original). No momento deste post, utilizo a ShadowMOD-BR 0.9.15.1.

O procedimento de instalação é simples e está bem documentado no wiki do projeto. Posteriores instalações de patches ou versões mais novas da ROM são consideravelmente mais simples. Para quem já utiliza versões anteriores da ShadowMOD-BR, recomendo a instalação da versão 0.9.15, pois um novo recurso desenvolvido permitirá atualizações do firmware OTA (over the air), isto é, pelo próprio aparelho.

Agora, um pouco sobre overclock no Milestone. O SoC (processador) do Milestone é muito versátil: apesar da frequência padrão no firmware oficial da Motorola estar configurada entre 250 e 550 MHz, ele atinge com estabilidade frequências de 125 a 1000 MHz (sim, 1GHz, quase o dobro!). Além disso, ele também opera com voltagens inferiores a padrão, de forma que o overclock combinado com um undervolt traz uma maior velocidade com um gasto menor de energia, aumentando a duração da bateria em relação à configuração padrão.

Uma vez que você instalou o ShadowMOD-BR, o procedimento é simples: na página de downloads do projeto, baixe o arquivo smbr-X.Y.Z-overclock-pack.zip. Note que o arquivo é específico para uma determinada versão da ROM, por isso recomendo atualizar para a última versão caso você esteja rodando uma versão antiga. Cada Milestone se comporta de uma forma diferente, de forma que um overclock agressivo (há relatos de Milestones rodando a 1.2GHz) pode funcionar bem em um aparelho e apresentar instabilidades em outro. Dentro deste arquivo existem diversos arquivos de overclock: desde opções mais conservadoras (250x900-normal, por exemplo) a mais arrojadas (125x1000-ultralow, por exemplo). A nomenclatura dos arquivos corresponde a: frequência_mínimaxfrequência_máxima-voltagem-autor_do_patch.

Para aplicar os patches, o procedimento é o mesmo da atualização do firmware – basta seguir o passo-a-passo, está bem documentado na wiki. Os patches modificam as frequências disponíveis para utilização do processador, que os escalona de acordo com um governor (o padrão da ShadowMOD-BR é o smartass, existem outros que deixam o celular mais “esperto” consumindo mais bateria ou mais lento, economizando o máximo possível). Utilizando programas como o SetCPU ($1.99 no Android Market) é possível criar perfis, como deixar o processador sempre no máximo quando estiver carregando, ou diminuir a frequência máxima quando a bateria estiver abaixo de x% de carga livre. Além disso, o SetCPU oferece uma série de benchmarks em que é possível quantitizar a melhoria (em termos de tempo para realizar um teste), além de verificar se o overclock escolhido é estável, isto é, não traz travamentos ao telefone. Recomendo instalar primeiro o SetCPU, rodar os testes e anotar os valores, e depois ir instalando os patches do mais conservador ao mais arrojado fazendo os benchmarks e rodando o stress test por pelo menos 5 minutos, para verificar qual overclock é o mais indicado para o meu aparelho. No meu Milestone 125x1000-ultralow funciona bem. ;)

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WordPress jQuery Mobile Theme

Seguindo a dica do Zeno, criei no github o WordPress jQuery Mobile Theme, tema de WordPress usando jQuery Mobile, baseado nos posts How to create a mobile WordPress theme with jQuery Mobile de Jean-Baptiste Jung e no BLANK WordPress Theme de Chris Coyier. jQuery Mobile++ :)

Ainda tem alguns bugs, como o link do botão de voltar que não está funcionando direito, mas fora isso acho que está OK. Sugestões?

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Criando páginas HTML para projetos github, ou como usar o github para hospedar projetos em HTML

Depois de um crash-course com o Vitinho, estou usando intensamente o github com os meus projetos. Alguns deles, como a tradução da documentação do jQuery Mobile para português brasileiro, o metro-rio-xml-json, que oferece dados em formato de máquina sobre o Metrô Rio, e especialmente o Metrô Rio Mobile, um webapp sobre o Metrô Rio, são em HTML puro (e CSS e também JavaScript, mas sem nenhuma linguagem de renderização server-side) e, portanto, seria interessante ter alguma forma de disponibilizar o conteúdo para acesso direto, sem exigir que as pessoas façam check-out para visualizar o conteúdo.

Pois bem, o github oferece a possibilidade de publicar um branch especial do projeto chamado gh-pages em http://usuario.github.com/projeto (note que é diferente do endereço normal do projeto, que seria http://github.com/usuario/projeto). Você pode utilizar isso também para criar uma página HTML para o seu projeto no github.

Para isso, basta:
cd /pasta/do/projeto
git symbolic-ref HEAD refs/heads/gh-pages
rm .git/index
git clean -fdx
echo "Minha página no GitHub" > index.html
git add .
git commit -a -m "Primeiro commit de página no github"
git push origin gh-pages

Nota: isto remove os arquivos do projeto, ou seja, você perderá quaisquer modificações não commitadas. Note que você pode criar uma nova pasta para o projeto (seguindo os passos de configuração de um novo repositório git) e já começar a utilizar direto o branch gh-pages. Veja mais detalhes sobre a criação de páginas em repositórios github em GitHub Pages.

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Introdução ao jQuery Mobile – criando páginas otimizadas para navegação com toque

Quem acompanha meu twitter pode ver alguns comentários sobre meu aprendizado recente com jQuery Mobile. Como não existe documentação sobre jQuery Mobile em português, eu resolvi seguir a dica do Victor Fontes e compartilhar minhas experiências aqui no blog.

O jQuery Mobile é um framework de interface de usuário voltada a dispositivos móveis construído sobre o jQuery. Ele ainda está na versão Alpha 1, lançada no último 16 de outubro, portanto ainda tem um longo caminho pela frente e alguns bugs, mas já está bem utilizável. Já o jQuery é a biblioteca JavaScript mais utilizada no mundo, presente em 31% dos 10.000 sites mais visitados, segundo a Wikipedia. Seu lema é escreva menos, faça mais.

A proposta do jQuery Mobile é escrever sites otimizados para navegação com toque, com a aparência de “site de iPhone” que ficou popular com o telefone da Apple, mas não só: principalmente que tenham uma aparência agradável em diversas plataformas móveis (Apple iOS, Android, Nokia N900, veja a lista de plataformas suportadas), ou seja, que degradem graciosamente de acordo com as capacidades do navegador. Esses aplicativos ou webapps podem inclusive ser transformados em aplicativos standalone com soluções como o PhoneGap em um segundo momento.

Pois bem, vamos ao que interessa: vamos começar a brincar com o jQuery Mobile! Continue reading

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Mapa de bicicletarias do Rio de Janeiro

Seguindo a ideia da galera de Sampa, iniciei na lista da Bicicletada Rio de Janeiro um mapa colaborativo das bicicletarias do Rio de Janeiro. Veja o mapa e colabore adicionando lojas de bicicleta no endereço:

http://tinyurl.com/BicicletariasRJ


Visualizar Bicicletarias no Rio de Janeiro em um mapa maior

Em tempo: é claro que eu pretendo inclui-las todas no OpenCycleMap ;)

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