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	<title>nighto.net &#187; Linux</title>
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	<description>tecnologia, ciclismo e aleatoriedades afins</description>
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		<title>Como corrigir lentidão do Google Music Beta com o BOINC</title>
		<link>http://nighto.net/como-corrigir-lentidao-do-google-music-beta-com-o-boinc/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[boinc]]></category>
		<category><![CDATA[google music]]></category>
		<category><![CDATA[nice]]></category>
		<category><![CDATA[renice]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Começando o ano com uma rapidinha sobre Linux, BOINC e Google Music Beta. Uso o uploader do Google Music Beta com frequência para subir minhas músicas para o sistema da Google e também uso o BOINC para colaborar com projetos &#8230; <a href="http://nighto.net/como-corrigir-lentidao-do-google-music-beta-com-o-boinc/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começando o ano com uma rapidinha sobre Linux, BOINC e Google Music Beta. Uso o uploader do Google Music Beta com frequência para subir minhas músicas para o sistema da Google e também uso o BOINC para colaborar com projetos de computação distribuída. Notei que, às vezes, o uploader do Google Music Beta ficava bastante lento, e resolvi investigar o porquê.</p>
<p>Rodando o <code>top</code> pude entender o motivo:</p>
<pre>  PID USER      PR  NI  VIRT  RES  SHR S %CPU %MEM    TIME+  COMMAND
 1884 boinc     39  19 62316  35m  600 R   90  0.9 276:55.07 primegrid_cllr_
 7421 boinc     39  19  263m 259m 2476 R   84  6.6  59:31.21 hsgamma_FGRP1_0
 2846 nighto    37  19  692m  37m  22m S    2  0.9   2:41.32 MusicManager</pre>
<p>A coluna <code>NI</code> mostra a prioridade (<em>niceness</em>) do processo. O valor de niceness, que varia entre -20 e 19, representa a prioridade do processo no scheduler do kernel; quanto maior o valor, menor a prioridade que o processo terá. Os processos do BOINC tem prioridade 19 para que não suguem todos os recursos da máquina; o processo do Google Music também é assim para, suponho, não deixar a máquina lenta quando realizando uma conversão de CODEC antes do upload (<acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> ou OGG para MP3, por exemplo). Como os 3 processos (2 do BOINC, pois meu processador é <em>dual-core</em>, e o do Google Music Beta) tem a mesma prioridade, isso se reflete como uma lentidão na interface gráfica do Google Music.</p>
<p>Para corrigir isto, basta mudar o valor de <em>niceness</em> do processo do Google Music com o comando <code>renice</code> para qualquer valor maior que 19 (18 é suficiente). O <code>renice</code> trabalha com o <code>PID</code> do processo (Process IDentificator, um número que identifica cada processo no sistema) e deve ser executado como root. Então você pode descobrir o <code>PID</code> do processo com o comando <code>ps aux</code>:</p>
<pre>$ ps aux | grep google-musicmanager

nighto 2846 0.2 0.9 709224 38512 ? SNl Jan26 2:47 /opt/google/musicmanager/google-musicmanager
nighto 14384 0.0 0.0 15812 908 pts/0 S+ 13:01 0:00 grep --color=auto google-musicmanager</pre>
<p>E então executar a mudança de prioridade de execução com o <code>renice</code>:</p>
<pre># renice 18 2846

2846 (process ID) old priority 19, new priority 18</pre>
<p>Ou, simplesmente, fazer isto num comando só:</p>
<p><code>sudo renice 18 `ps aux | grep google-musicmanager | awk '{print $2}' | head -n1`</code></p>]]></content:encoded>
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		<title>Rapidinhas: reinstalando o sistema sem formatar o disco, apenas apagando arquivos de configuração</title>
		<link>http://nighto.net/rapidinhas-reinstalando-o-sistema-sem-formatar-o-disco-apenas-apagando-arquivos-de-configuracao/</link>
		<comments>http://nighto.net/rapidinhas-reinstalando-o-sistema-sem-formatar-o-disco-apenas-apagando-arquivos-de-configuracao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 14:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[configuração]]></category>
		<category><![CDATA[home]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Se por qualquer motivo você quiser ou precisar reinstalar um sistema Linux (seja a distribuição que for), mesmo que não tenha os arquivos pessoais em outra partição, não precisa movê-los para uma mídia externa/outra partição para depois movê-los de volta. &#8230; <a href="http://nighto.net/rapidinhas-reinstalando-o-sistema-sem-formatar-o-disco-apenas-apagando-arquivos-de-configuracao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se por qualquer motivo você quiser ou precisar reinstalar um sistema Linux (seja a distribuição que for), mesmo que não tenha os arquivos pessoais em outra partição, não precisa movê-los para uma mídia externa/outra partição para depois movê-los de volta. As distribuições atuais permitem que você faça uma instalação por cima da outra. Entretanto, arquivos de configuração dos usuários podem permanecer; em muitos casos o erro pode ser causado justamente por eles, então vamos ver como é possível fazer apagar somente eles, mantendo todos os outros arquivos.</p>
<p>De um Live <acronym title="Compact Disc">CD</acronym> qualquer, abra um terminal e:</p>
<p><code>sudo mount /dev/sda1 /mnt</code><br />
aqui dizemos que queremos acessar os arquivos da primeira partição do primeiro disco no diretório <code>/mnt</code>. Substitua <code>/dev/sda1</code> pela partição correspondente caso não seja o caso;</p>
<p><code>sudo rm -rf /mnt/home/<em>usuário</em>/.*</code><br />
aqui apagamos todos os arquivos e pastas que começam com um ponto na frente, o que no Linux significam arquivos ocultos, usados pelos programas como arquivos de configuração; repita para cada usuário do sistema;</p>
<p><code>sudo umount /mnt</code><br />
finalmente, liberamos o acesso à partição do HD.</p>
<p>Você pode inclusive fazer isso em distribuições diferentes. Por exemplo, estava com o Ubuntu 11.04 instalado e após ficar de saco cheio com a barra do Unity resolvi testar como está o openSUSE com KDE. Bastou fazer estes três passos e instalar o sistema, escolhendo na instalação não formatar o disco, para não ter problemas com os arquivos de configurações antigos mas no entanto não precisar me preocupar em mover todos os meus arquivos para um backup e depois recuperá-los.</p>]]></content:encoded>
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		<title>FLISOL Rio de Janeiro neste sábado na UNIRIO</title>
		<link>http://nighto.net/flisol-rio-de-janeiro-neste-sabado-na-unirio/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 13:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[flisol]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Acontecerá neste sábado (09/04) na UNIRIO mais uma edição do FLISOL &#8211; Festival Latinoamericano de Software Livre. Além do tradicional festival de instalação de software livre em PCs, teremos também um festival de instalação de Android. Contaremos também com palestras &#8230; <a href="http://nighto.net/flisol-rio-de-janeiro-neste-sabado-na-unirio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-452" title="flisol" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2011/04/flisol-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Acontecerá neste sábado (09/04) na UNIRIO mais uma edição do FLISOL &#8211; Festival Latinoamericano de Software Livre. Além do tradicional festival de instalação de software livre em PCs, teremos também um festival de instalação de Android.</p>
<p>Contaremos também com palestras &#8211; eu apresentarei <del>a já mandada palestra</del> sobre OpenStreetMap e o <a href="http://pedromarins.com">Pedro Marins</a> falará sobre empreendedorismo &#8211; e encontros de comunidades (de linguagens de programação à <em>start-ups</em>). <em>At last but not least</em>, terminaremos o dia com um <a href="http://horaextra.org/">#horaextra</a>.</p>
<p>Confira o <a href="http://softwarelivre-rj.org/flisol2011/">site do evento</a> e a <a href="http://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php">programação completa</a>. Também criei um <a href="http://www.facebook.com/event.php?eid=194401403928556">evento no Facebook</a>. Te espero lá!</p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Caravana do Rio de Janeiro para o Latinoware 2010</title>
		<link>http://nighto.net/caravana-do-rio-de-janeiro-para-o-latinoware-2010/</link>
		<comments>http://nighto.net/caravana-do-rio-de-janeiro-para-o-latinoware-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 16:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[caravana]]></category>
		<category><![CDATA[latinoware]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Latinoware 2010 é uma das maiores conferências latino americanas de Software Livre, ocorrendo em Foz do Iguaçu/PR. Este ano, o evento acontecerá nos dias 10 a 12 de novembro de 2010, e o Rio de Janeiro foi agraciado pela &#8230; <a href="http://nighto.net/caravana-do-rio-de-janeiro-para-o-latinoware-2010/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O Latinoware 2010 é uma das maiores conferências latino americanas de Software Livre, ocorrendo em Foz do Iguaçu/PR. Este ano, o evento acontecerá nos dias 10 a 12 de novembro de 2010, e o Rio de Janeiro foi agraciado pela organização do evento com uma caravana. Mais informações sobre o evento em <a href="http://latinoware.org/">http://latinoware.org/</a>.</p>
<p>A organização do evento concedeu um dia extra para os participantes poderem conhecer as cataratas, portanto o retorno será no dia 13 de novembro. Dada a distância &#8211; são quase 24 horas de viagem &#8211; a saída ocorrerá no dia 09 de novembro e o retorno ao Rio de Janeiro no dia 14 de novembro, em horário ainda a ser confirmado. O ponto de embarque e desembarque será o estacionamento do campus da UNIRIO, localizado na Avenida Pasteur, 458 &#8211; Urca, Rio de Janeiro/RJ. Averiguarei com a organização do evento a possibilidade de parar em algum outro ponto da cidade (por exemplo, próximo à Central) para aqueles cujo um ponto de embarque central seja mais acessível.</p>
<p>Importante: a caravana somente será viabilizada caso pelo menos 35 pessoas confirmem o interesse.</p>
<p>Para participar da caravana, basta se inscrever no formulário <a href="http://tinyurl.com/form-crv-rj-latinoware-2010">http://tinyurl.com/form-crv-rj-latinoware-2010</a>. Mais informações, como o custo para participar, podem ser obtidas neste mesmo endereço, ou na lista <a href="http://groups.google.com/group/caravana-rj-latinoware-2010">http://groups.google.com/group/caravana-rj-latinoware-2010</a>.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Arlindo Pereira<br />
Organizador da Caravana do Rio de Janeiro para o Latinoware 2010</p></blockquote>
<p>Por favor, repasse no identi.ca, twitter e para as listas de e-mail e comunidades que você participa.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Criando tutoriais de programas e iPod Touch com VNC</title>
		<link>http://nighto.net/cliente-vnc-sipod-touch/</link>
		<comments>http://nighto.net/cliente-vnc-sipod-touch/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 19:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[iPod Touch]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[OpenStreetMap]]></category>
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		<category><![CDATA[xtightvncviewer]]></category>

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		<description><![CDATA[Planejo criar tutoriais de programas de telefones Symbian e iPhone/iPod Touch que utilizem o OpenStreetMap, e precisava de alguma solução menos amadorística que segurar o aparelho com uma mão e uma câmera na outra. A solução: instalar servidores VNC nos &#8230; <a href="http://nighto.net/cliente-vnc-sipod-touch/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Planejo criar tutoriais de programas de telefones Symbian e iPhone/iPod Touch que utilizem o OpenStreetMap, e precisava de alguma solução menos amadorística que segurar o aparelho com uma mão e uma câmera na outra. A solução: instalar servidores VNC nos dispositivos e gravar o vídeo no computador com um cliente VNC e o <a href="http://recordmydesktop.sourceforge.net/">recordmydesktop</a>.</p>
<p>No iPod Touch com jailbreak, uma opção é o <a href="http://cydia.saurik.com/info/veency/">Veency</a>, disponível no <a href="http://cydia.saurik.com/">Cydia</a>.</p>
<p>Basta ativar o servidor VNC e você poderá se conectar ao iPod Touch com qualquer cliente VNC, recomendo o xtightvncviewer:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2010/04/ipod-vnc.png"><img class="alignnone size-full wp-image-345" title="Captura de tela do iPod via VNC" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2010/04/ipod-vnc.png" alt="Captura de tela do iPod via VNC" width="322" height="512" /></a></p>
<p>A imagem fica um pouco quadro-a-quadro &#8211; não seria uma demonstração ideal para jogos, portanto &#8211; mas nada que impeça o meu propósito.</p>
<p>Nos Symbian, uma opção de servidor VNC seria o mVNC da <a href="http://www.m-shell.net/">mShell</a>, mas não consegui fazer funcionar. Alguma sugestão de <em>servidores</em> VNC para Symbian? Gostaria de fazer um vídeo com o <a href="http://sportstracker.nokia.com/">Sports Tracker</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Convertendo FLAC para ALAC</title>
		<link>http://nighto.net/convertendo-flac-para-alac/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[conversão]]></category>
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		<category><![CDATA[script]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>

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		<description><![CDATA[Edit: Corrigi um erro de digitação e subi o script para o GitHub. (18/09/2010) Assim como o N95, o iPod Touch também não suporta reproduzir arquivos FLAC. Pesquisando se o iPod Touch lia algum formato sem perdas semelhante, encontrei o &#8230; <a href="http://nighto.net/convertendo-flac-para-alac/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Edit:</strong> Corrigi um erro de digitação e <a href="http://github.com/nighto/flac2alac">subi o script para o GitHub</a>. (18/09/2010)</p>
<p>Assim como o N95, o iPod Touch também não suporta reproduzir arquivos <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym>. Pesquisando se o iPod Touch lia algum formato sem perdas semelhante, encontrei o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Apple_Lossless">Apple Lossless Audio Codec</a>. Embora proprietário (tal qual o MP3 ou o MP4-<acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym>) como a conversão é sem perdas é possível voltar ao arquivo <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> original se desejado.</p>
<p><code> </code></p>
<pre>#!/bin/sh

echo ""
echo "flac2alac - script de conversão de áudio <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> para ALAC"
echo "Este script usa o ffmpeg para conversão de áudio do tipo"
echo "<acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> (Free Lossless Audio Codec) para ALAC (Apple Lossless Audio Codec)."
echo "Por Arlindo \"Nighto\" Pereira"
echo ""

if [ "$1" ]
then
	ffmpeg  -i "$1" -acodec alac "`basename "$1" .flac`.m4a" \
		-metadata title=\""$(metaflac --show-tag=TITLE "$1" | sed 's/TITLE=//g')"\" \
		-metadata author=\""$(metaflac --show-tag=ARTIST "$1" | sed 's/ARTIST=//g')"\" \
		-metadata album=\""$(metaflac --show-tag=ALBUM "$1" | sed 's/ALBUM=//g')"\" \
		-metadata year=\""$(metaflac --show-tag=DATE "$1" | sed 's/DATE=//g')"\" \
		-metadata track=\""$(metaflac --show-tag=TRACKNUMBER "$1" | sed 's/TRACKNUMBER=//g')\" \
		-metadata genre=\""$(metaflac --show-tag=GENRE "$1" | sed 's/GENRE=//g')"\"
else
	echo "Entre com o nome do arquivo para converter:"
	echo "flac2alac arquivo.flac"
	echo ""
exit 1
fi</pre>
<p>Assim como o <a href="http://nighto.net/convertendo-flac-para-mp4-aac/">flac2mp4</a>, você pode converter vários arquivos num diretório com <code>for i in *.flac; do flac2alac "$i"; done</code>.</p>
<p>Fontes:</p>
<ul>
<li><a href="http://ask.metafilter.com/107172/FLAC-ALAC">MetaFilter <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym>-ALAC</a></li>
<li><a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/ffmpeg-debian/+bug/359979?comments=all">Launchpad: Bug #359979 ffmpeg: -title switch has been replaced</a></li>
<li><a href="http://ffmpeg.org/documentation.html">FFmpeg Documentation</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fone de ouvido bluetooth no Ubuntu</title>
		<link>http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 04:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Até as versões anteriores do Ubuntu utilizar um fone bluetooth no Ubuntu era complicado pois exigia a edição manual de arquivos de configuração. Anos atrás, escrevi sobre este assunto aqui e aqui. Hoje, graças ao desenvolvimento do gerenciador bluetooth Blueman e o amadurecimento do &#8230; <a href="http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até as versões anteriores do Ubuntu utilizar um fone bluetooth no Ubuntu era complicado pois exigia a edição manual de arquivos de configuração. Anos atrás, escrevi sobre este assunto <a href="http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu-e-amarok/">aqui</a> e <a href="http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-com-pulseaudio-no-ubuntu/">aqui</a>. Hoje, graças ao desenvolvimento do gerenciador bluetooth <a href="http://blueman-project.org/">Blueman</a> e o amadurecimento do servidor de áudio <a href="http://pulseaudio.org/">PulseAudio</a> a configuração é bem simples.</p>
<p>Primeiro, instale o pacote <code><a href="apt://blueman">blueman</a></code>. Depois, abra-o indo em <em>Sistema &gt; Preferências &gt; Bluetooth</em>. Coloque o fone no modo de pareamento e clique em <em>Pesquisar</em>. Ao parear o dispositivo, clique com o botão direito nele e em <em>Ligar serviço <acronym title="Advanced Audio Distribution Profile">A2DP</acronym></em>.</p>
<p>Agora é preciso rotear o som para o fone. Isso porque o PulseAudio permite que você defina quais programas tem quais saídas de som &#8211; o que abre algumas possibilidades interessantes, como escutar música num fone bluetooth enquanto outra pessoa assiste um filme com fones com fio, por exemplo. Parando de enrolar &#8211; instale o pacote <code><a href="apt://padevchooser">padevchooser</a></code> e o abra indo em <em>Aplicativos &gt; Multimídia &gt; PulseAudio Device Chooser</em>. Um ícone de plug de fone de ouvido abrirá do lado do relógio. Clique nele e em <em>Volume Control</em>. Você verá os aplicativos que tem saída de som &#8211; players de música e vídeo, plugin do Flash etc. Para cada item haverá uma seleção em dropdown onde você poderá alternar entre a sua placa de som interna e o seu fone bluetooth (ou qualquer outro cliente conectado ao servidor, como uma placa de som externa <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym>, fone de ouvido <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym>, um segundo fone bluetooth etc).</p>
<p>Para terminar, clique com o botão direito no fone bluetooth e em <em>Confiável</em>. Com isso, as conexões feitas do fone bluetooth para o computador serão feitas automaticamente &#8211; o fone bluetooth se conecta quando ligado ao último dispositivo utilizado &#8211; e a música será roteada da placa interna para o fone de forma automática. O mesmo acontece se você se mover fora do alcance da <em>piconet</em> &#8211; ao retornar para perto do computador, a conexão será restabelecida automagicamente.</p>
<p>Para terminar, este post nasceu ao som de <em>Daft Punk &#8211; Alive 2007</em>. <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>]]></content:encoded>
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		<title>cp com estimativa de tempo</title>
		<link>http://nighto.net/cp-com-estimativa-de-tempo/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 23:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[cp]]></category>
		<category><![CDATA[rsync]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma dica rápida. Frustrado por copiar arquivos grandes entre partições do disco sem poder ter uma ideia de quanto tempo falta para acabar? Seus problemas se acabaram! Basta substituir seu cp pelo rsync, com um único comando: echo "alias cp='rsync &#8230; <a href="http://nighto.net/cp-com-estimativa-de-tempo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica rápida. Frustrado por copiar arquivos grandes entre partições do disco sem poder ter uma ideia de quanto tempo falta para acabar? Seus problemas se acabaram! Basta substituir seu <code>cp</code> pelo <code>rsync</code>, com um único comando:</p>
<p><code>echo "alias cp='rsync -v --progress'" &gt;&gt; .bashrc</code></p>
<p>Para aplicar as alterações basta logar novamente ou recarregar o arquivo de configurações com <code>source ~/.bashrc</code>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Montando um servidor de arquivos energeticamente eficiente</title>
		<link>http://nighto.net/servidor-eficiente/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como muitas pessoas, meu computador fica ligado 24 horas por dia para baixar arquivos da internet, principalmente via BitTorrent. Com o crescimento das mídias &#8211; principalmente agora que filmes e séries de TV em alta definição já são norma -, &#8230; <a href="http://nighto.net/servidor-eficiente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitas pessoas, meu computador fica ligado 24 horas por dia para baixar arquivos da internet, principalmente via BitTorrent. Com o crescimento das mídias &#8211; principalmente agora que filmes e séries de TV em alta definição já são norma -, é necessário usar (mais de) um HD de alta capacidade. Além disso, ficar preso a um HD externo <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym> num notebook é um fator que limita a movimentação. Por estes motivos, resolvi montar um servidor de arquivos.</p>
<p>Antes porém, uma contextualização necessária. Desde que tenho mais de um computador na casa, compartilho os arquivos com os outros computadores através de um servidor <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym>. O problema desta solução é que isso é um desperdício de energia tremendo! Para ter uma ideia, meu computador antigo tinha como processador um AMD Phenom X4 9500+. Uma bela máquina, bastante rápida, mas que consumia (o processador sozinho, sem considerar os outros componentes como placa-mãe, memória RAM etc.) 95W. Isso é mais que uma lâmpada incandescente &#8211; ligada à toa 24 horas por dia, 7 dias por semana. Depois, o troquei por um notebook com um Core 2 Duo T5800 que consome menos da metade &#8211; 35W &#8211; mas que me deixa preso à mesa &#8211; não posso tuitar cagando ter liberdade de movimentação com 3 HDs pendurados em 3 portas <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym>. Por fim, para ter alguma liberdade de movimento, acabei deixando os downloads sendo feitos na máquina do meu irmão, um Athlon X2 3000+, ligando os HDs de dados somente quando queria acessar algum dado. Definitivamente, solução longe do ideal.</p>
<p>Para resolver estes problemas, resolvi montar uma máquina para ser servidora de arquivos, com os componentes mais econômicos energética e monetariamente quanto possível à venda no mercado nacional. Vejamos a configuração:</p>
<ol>
<li>Placa-mãe <strong><a href="http://www.phitronics.com.br/pc3_1.php">Phitronics PC3000E+</a></strong> com processador VIA C7-D 1.6 <acronym title="Gigahertz">GHz</acronym> (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_CPU_power_dissipation#VIA_C7">20W de TDP</a>) &#8211; R$ 160<br />
Produzida pela Phitronics, uma marca da ECS/PC Chips de placas <em>fabricadas no Brasil</em>, bastante econômica (veja o tamanho do cooler do processador! Parece um 486 <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ). Conta ainda com um slot PCI Express, o que é bastante interessante pois possibilitará uma futura transformação num <acronym title="Home Theater PC">HTPC</acronym>. Infelizmente só tem 2 portas SATA, mas isto pode ser corrigido com uma <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.4660~r.51401849">controladora SATA PCI que já está vindo do DealExtreme <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </a>;</li>
<li>Fonte <strong><a href="http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1477">Zalman ZM360B-APS</a></strong> &#8211; R$ 215<br />
Tão importante quanto a fonte ser &#8220;real&#8221;, é a eficiência energética dela e a qualidade dos seus componentes. Essa fonte foi escolhida por ter duas características: ser da categoria <strong><a href="http://www.80plus.org/">80 Plus</a></strong>, o que indica que sua eficiência energética é igual ou maior que 80%, o que trará uma economia a médio prazo na conta de luz, e ter <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Power_factor#Active_PFC">PFC Ativo</a></strong>, o que significa que faz a transformação de voltagens para o computador de forma mais contínua, o que prolonga a vida útil dos componentes. Uma explicação bem completa sobre PFC pode ser encontrada no <a href="http://forum.clubedohardware.com.br/correcao-fator-potencia/431794?t=431794">fórum Clube do Hardware</a>;</li>
<li>Gabinete <a href="http://images.google.com.br/images?sourceid=chrome&amp;q=VCOM%20RJAC-8805&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wi">VCOM RJAC-8805</a> sem fonte &#8211; R$ 45<br />
O mais barato que consegui encontrar. Infelizmente um gabinete <acronym title="Home Theater PC">HTPC</acronym> bacanudo ficou para a próxima. As outras peças que eu já tinha:</li>
<li>1GB de memória RAM Kingston KVR800D2N6/1G</li>
<li>2 HDs SATA-II Maxtor 1TB</li>
<li>Adaptador IDE/SATA-<acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym></li>
<li>HD SATA-II Seagate 1.5TB</li>
</ol>
<p>Depois de montado o sistema, instalei o Ubuntu 9.10, versão de Desktop mesmo, pegando o monitor do meu irmão emprestado. Após a instalação, basta configurar o acesso remoto: em <em>Sistema &gt; Preferências &gt; Área de trabalho remota</em>, marque a caixa <em>Permitir que outros usuários vejam sua área de trabalho</em>, desmarque a caixa <em>Você deve confirmar cada acesso à esta máquina</em> e marque a caixa <em>Configurar a rede para aceitar automaticamente conexões</em>. É uma boa ideia marcar também a caixa <em>Exigir que o usuário digite esta senha</em> e digitar uma senha no campo. Feito isso, basta clicar em Fechar.</p>
<p>O processo pode continuar de qualquer outra máquina na rede, seja Linux (no Ubuntu, ir em <em>Aplicativos &gt; Internet &gt; Visualizador da Área de Trabalho Remota</em>) ou Windows (usar um visualizador de VNC, sugiro o <a href="http://uvnc.com">UltraVNC</a> que é livre). Conectando nela, uma boa pedida é instalar as atualizações e o servidor <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym> &#8211; pacote <a href="apt://openssh-server">openssh-server</a>. Depois é só configurar o Transmission para fazer downloads e partir pro abraço. No meu caso só uso <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym> por só usar Linux nos meus desktops (meu irmão que se vire com o <a href="http://winscp.net/">WinSCP</a> <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> ) mas pode ser uma boa pedida instalar o Samba para montar os HDs externos como compartilhamentos de rede no Windows.</p>
<p>Para utilizar o Transmission, há algumas opções além da interface web. Para Linux, há o <a href="http://code.google.com/p/transmisson-remote-gui/">Transmission Remote <acronym title="Graphical User Interface">GUI</acronym></a> e para Windows, o <a href="http://code.google.com/p/transmission-remote-dotnet/">Transmission Remote Dotnet</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Apresentando conceitos de digitalização multimídia</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 14:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproveitando a onda de blogar as palestras, tava dando uma geral aqui no HD e achei mais duas: A primeira, Apresentando conceitos de digitalização multimídia (download odp, slideshare), que dá uma introdução ao mundo das multimídias &#8211; imagem, áudio, vídeo &#8230; <a href="http://nighto.net/apresentando-conceitos-de-digitalizacao-multimidia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando a onda de blogar as palestras, tava dando uma geral aqui no HD e achei mais duas:</p>
<p>A primeira, <a href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia">Apresentando conceitos de digitalização multimídia</a> (<a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/apresentando-conceitos-de-digitalização-multimídia.odp">download odp</a>, <a href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia">slideshare</a>), que dá uma introdução ao mundo das multimídias &#8211; imagem, áudio, vídeo &#8211; em formatos digitais, introduzindo conceitos como codecs e containers de forma simples.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1861087"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia" title="Apresentando conceitos de digitalização multimídia">Apresentando conceitos de digitalização multimídia</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia-090814084245-phpapp02&#038;stripped_title=apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia-090814084245-phpapp02&#038;stripped_title=apresentando-conceitos-de-digitalizao-multimdia" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto">Arlindo Pereira</a>.</div>
</div>
<p><a name="apresentando-ubuntu-studio"></a></p>
<p>A segunda, já um pouco caduca, é a &#8220;<a href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-o-ubuntu-studio">Apresentando o Ubuntu Studio</a>&#8221; (<a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/Apresentando-o-Ubuntu-Studio.odp">download odp</a>, <a href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-o-ubuntu-studio">slideshare</a>), que ministrei no <a href="http://forumsoftwarelivre.org.br/">V Fórum de Software Livre do Rio de Janeiro</a>, na <a href="http://www.unirio.br/">UNIRIO</a> em 2007.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1861079"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-o-ubuntu-studio" title="Apresentando o Ubuntu Studio">Apresentando o Ubuntu Studio</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentandooubuntustudio-090814083847-phpapp02&#038;stripped_title=apresentando-o-ubuntu-studio" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentandooubuntustudio-090814083847-phpapp02&#038;stripped_title=apresentando-o-ubuntu-studio" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto">Arlindo Pereira</a>.</div>
</div>
<p>Edit: Também apresentei a palestra acima no Document Freedom Day da UNIRIO em 2008.</p>
<p>À propósito, preciso ser um pouco mais criativo no nome das apresentações, ficar de &#8220;Apresentando Foo&#8221; sempre não dá&#8230; <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Clonando servidores Ubuntu</title>
		<link>http://nighto.net/clonando-servidores-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 13:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[clonagem]]></category>
		<category><![CDATA[clone]]></category>
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		<category><![CDATA[ddrescue]]></category>
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		<category><![CDATA[lampp]]></category>
		<category><![CDATA[mysql]]></category>
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		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[xamp]]></category>
		<category><![CDATA[xampp]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem tive um freela no qual a missão era instalar 10 servidores LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP) com o Ubuntu Server, PHPMyAdmin, OpenSSH-server e ProFTPd. Os 10 servidores deveriam ter IPs fixos diferentes. A instalação do primeiro servidor foi tranquila, &#8230; <a href="http://nighto.net/clonando-servidores-ubuntu/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem tive um freela no qual a missão era instalar 10 servidores LAMP (Linux, Apache, MySQL, <acronym title="Pre-Hypertext Processing">PHP</acronym>) com o <a href="http://www.ubuntu.com/products/whatisubuntu/serveredition">Ubuntu Server</a>, PHPMyAdmin, OpenSSH-server e ProFTPd. Os 10 servidores deveriam ter IPs fixos diferentes.</p>
<p>A instalação do primeiro servidor foi tranquila, pois o Ubuntu Server já instala o LAMP e o <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym> para você automaticamente. Após a instalação terminar, é bom deixar tudo atualizado:</p>
<p><code>sudo apt-get update &amp;&amp; sudo apt-get dist-upgrade</code></p>
<p>Restando apenas instalar o PHPMyAdmin e o ProFTPd, o que foi trivial:</p>
<p><code>sudo apt-get install phpmyadmin proftpd</code></p>
<p>A dica aqui é criar no servidor uma partição pequena, como 5 Gibibytes, para que não seja necessário copiar 250GiB de zeros (ou qualquer que seja o tamanho do HD) à toa. É uma boa também criar partições pequenas para que você possa usar HDs de tamanhos diferentes. Depois, se necessário, você poderá redimensionar a partição com o <code>cfdisk</code> ou com o <code>gparted</code>.</p>
<p>Mas vamos ao que interessa. Para clonar as máquinas (que não precisam necessariamente ser idênticas, embora seja uma boa que sejam para evitar dores de cabeça) eu usei o <code>ddrescue</code>. Para tal, retiramos o HD da primeira máquina, plugamos na segunda (onde, como as máquinas tem só um HD, reconhecido como <code>/dev/sda</code>, o HD extra com o servidor a ser clonado será reconhecido como <code>/dev/sdb</code>. Se esse não for o caso, verificar com <code>sudo fdisk -l</code>) e bootamos com um LiveCD do Ubuntu (ou &#8220;LivePendrive&#8221;, usei o <a href="http://nighto.net/ubuntu-jaunty-netbook-remix-no-acer-aspire-one/">Ubuntu Netbook Remix que instalei no meu Acer Aspire One</a> <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ). Nele, vamos usar o modo texto, então aperte Ctrl+Alt+F1 &#8211; ou abra um terminal gráfico em Aplicativos &gt; Acessórios &gt; Terminal, se preferir. Vamos começar criando uma tabela de alocações vazia no HD zerado (ou com qualquer outra coisa instalada) para que possamos fazer a cópia:</p>
<p><code>sudo cfdisk -z /dev/sda</code></p>
<p>No <code>cfdisk</code>, pressione W (Shift+w) e entre com yes para gravar uma tabela de alocação vazia. Note que isto apaga os dados do disco, então tenha certeza de que está usando o dispositivo certo. Agora instalaremos o <code>ddrescue</code>, que fará o trabalho da clonagem:</p>
<p><code>sudo apt-get install gddrescue</code></p>
<p>E vamos botar a cópia para rolar.</p>
<p><code>sudo ddrescue -v --max-size=5Gi /dev/sdb /dev/sda</code></p>
<p>Os parâmetros são: <code>-v</code> para um modo verbose (indicar a posição da cópia), <code>--max-size=<em>nXX</em></code> para indicar o quanto copiar, (é opcional, mas se você tem HDs de um 1TB, você não irá querer que ele fique horas copiando um monte de zeros, não é mesmo?) e finalmente <code>/dev/sd<em>x</em></code> e <code>/dev/sd<em>y</em></code> são os dispositivos de origem e destino da cópia. Note que a ordem é importante, cuidado pois você pode acabar apagando o servidor original se for descuidado nessa parte. Agora podemos desligar a máquina, tirar o HD de origem da cópia e reiniciá-la.</p>
<p>Um problema que notei foi que mesmo usando máquinas com estritamente o mesmo hardware, a placa de rede é detectada de forma diferente (por exemplo, se na primeira máquina era <code>eth0</code>, na segunda será <code>eth1</code>). Isto é um problema para servidores, pois o script que carrega a configuração de <acronym title="Internet Protocol">IP</acronym> fixo está amarrado numa determinada placa. Assim, vamos editar esse arquivo:</p>
<p><code>sudo nano /etc/network/interfaces</code></p>
<p>e corrigir as referências de <code>eth0</code> para <code>eth1</code>. Eu não sei exatamente porque isto acontece, acredito que haja um bind do MAC Address da placa com o endereço da placa no Linux, mas não sei onde essa relação se encontra, e tive que fazer a mudança manualmente. Aproveite para trocar o endereço de <acronym title="Internet Protocol">IP</acronym> fixo, se necessário.</p>
<p>Além disso, como a placa de rede não sobe, não há um <acronym title="Internet Protocol">IP</acronym> válido, então se você colocou um bind-address diferente de localhost na configuração do MySQL, ele também não irá carregar. Assim, caso você tenha trocado o <acronym title="Internet Protocol">IP</acronym> no passo anterior, edite o arquivo de configuração do trocando o bind-address:</p>
<p><code>sudo nano /etc/mysql/my.cfg</code></p>
<p>No mais, é isso. Demorei um bocado para configurar a primeira máquina, tava batendo cabeça com as permissões do <acronym title="File Transfer Protocol">FTP</acronym>, umask etc., me enrolei um pouco com o mod rewrite e o htaccess do Apache, e também na clonagem da primeira máquina eu não conseguia entender porque a placa de rede não estava subindo, mas depois que notei o problema e estabeleci estes passos, a clonagem das máquinas e sua posterior configuração ocorreu de maneira muito rápida, gastando menos de 10 minutos por servidor.</p>
<p>Antes de terminar, agradeço ao <a title="Site do Pedro Marins" href="http://pedromarins.com/">Pedro Marins</a> que me indicou o freela e a possibilidade de aprender sobre este assunto. Valeu PNC!</p>]]></content:encoded>
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		<title>Palestra na UNIRIO: Apresentando o GNOME</title>
		<link>http://nighto.net/apresentando-o-gnome/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 21:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[gnome]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje dei uma palestra na UNIRIO, na aula de Interação Humano-Computador, &#8220;Apresentando o GNOME&#8221;, apresentando a visão de usabilidade e os conceitos básicos de um ambiente desktop GNOME. Seguem os slides: apresentando-o-gnome.odp (pdf) Apresentando o GNOME View more documents from &#8230; <a href="http://nighto.net/apresentando-o-gnome/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje dei uma palestra na UNIRIO, na aula de Interação Humano-Computador, &#8220;Apresentando o GNOME&#8221;, apresentando a visão de usabilidade e os conceitos básicos de um ambiente desktop GNOME.</p>
<p>Seguem os slides: <a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/apresentando-o-gnome.odp">apresentando-o-gnome.odp</a> (<a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/apresentando-o-gnome.pdf">pdf</a>)</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1831676"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto/apresentando-o-gnome" title="Apresentando o GNOME">Apresentando o GNOME</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentandoognome-090808184018-phpapp01&#038;stripped_title=apresentando-o-gnome" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentandoognome-090808184018-phpapp01&#038;stripped_title=apresentando-o-gnome" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto">Arlindo Pereira</a>.</div>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ubuntu 9.04 Netbook Remix no Acer Aspire One</title>
		<link>http://nighto.net/ubuntu-jaunty-netbook-remix-no-acer-aspire-one/</link>
		<comments>http://nighto.net/ubuntu-jaunty-netbook-remix-no-acer-aspire-one/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 03:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[acer aspire one]]></category>
		<category><![CDATA[jaunty]]></category>
		<category><![CDATA[netbook]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o lançamento da nova versão do Ubuntu 9.04 Netbook Remix, uma versão específica para notebooks pequenos, resolvi experimentar no meu Acer Aspire One. Até então rodava o Ubuntu 8.10 Desktop com algumas personalizações, mas que exigiam configuração manual (por &#8230; <a href="http://nighto.net/ubuntu-jaunty-netbook-remix-no-acer-aspire-one/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o lançamento da nova versão do <a href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/download-netbook">Ubuntu 9.04 Netbook Remix</a>, uma versão específica para notebooks pequenos, resolvi experimentar no meu <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Acer_Aspire_One">Acer Aspire One</a>. Até então rodava o Ubuntu 8.10 Desktop com algumas personalizações, mas que exigiam configuração manual (por exemplo, era necessário configurar manualmente o controlador de internet sem fio).</p>
<p>Após baixar a <a href="http://espelhos.edugraf.ufsc.br/ubuntu-releases/jaunty/ubuntu-9.04-netbook-remix-i386.img">imagem do novo ubuntu</a> e <a href="https://help.ubuntu.com/community/Installation/FromImgFiles">gravar num pendrive</a>, dei o boot no novo sistema. Surpresa! Tudo funcionando perfeitamente, inclusive a internet sem fio, o que costumava dar problema antes. Bom, vou listar aqui, sem nenhuma ordem específica, alguns comentários sobre o novo sistema:</p>
<ul>
<li>Praticamente todo o hardware funcional (com exceção dos <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/linux/+bug/335843">leitores de cartão que não estão funcionando de forma <em>hot-pluggable</em></a> &#8211; isto é, é necessário dar boot no sistema já com o cartão que se pretende acessar)</li>
<li>Interface netbook (Maximus) configurada perfeitamente. Isso realmente permite otimizar o espaço da tela sem prejudicar o acesso às funcionalidades. Tinha feito antes, no Ubuntu 8.10, mas deu um trabalho grande e não ficou perfeito como agora. Mas nem tudo são flores, essa interface não trabalha corretamente com o Compiz (efeitos gráficos avançados), se ativados eles conflitam.</li>
<li>Apesar da falta de efeitos gráficos, o novo sistema de notificação, usado para mostrar a mudança de volume e brilho funciona de forma extremamente semelhante à versão desktop, apenas não tendo a transparência.</li>
<li>Seleção de pacotes diferenciada da versão desktop &#8211; inclui FBReader (leitor de e-books), Cell Writer (input de caracteres via gestos, semelhante a escrita do Palm) e o Cheese, mas vem sem o GIMP.</li>
<li>Suspensão para a RAM funcionando perfeitamente, e já configurada para acontecer ao fechar a tampa. Essa foi uma notícia muito interessante, sempre quis suspender mas encontrava um bug ou outro. A hibernação provavelmente também está funcionando, mas não testei pois não quis desperdiçar 1GB (dos 8GB do SSD) com swap.</li>
<li>O <acronym title="Light-emitting diode">LED</acronym> do Wireless não vem configurado, mas pode ser facilmente ativado instalando-se o pacote <kbd>linux-backports-modules-jaunty</kbd>.</li>
<li>O PulseAudio está com um bug, em que o som do microfone fica cortado. Vá em Preferências &gt; Som e mude o dispositivo de captura de &#8220;ALSA&#8221; para &#8220;HDA Intel ALC268 Analog(ALSA)&#8221;.</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="https://help.ubuntu.com/community/AspireOne">Wiki do Ubuntu</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Jogos no Linux</title>
		<link>http://nighto.net/jogos-no-linux/</link>
		<comments>http://nighto.net/jogos-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 00:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[game]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Slides da minha palestra no FLISOL Rio de Janeiro 2009 &#8211; Jogos no Linux (download pdf, slideshare). Jogos no Linux View more documents from Arlindo Pereira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Slides da minha palestra no FLISOL Rio de Janeiro 2009 &#8211; <a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/jogos-no-linux.pdf">Jogos no Linux</a> (<a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/jogos-no-linux.pdf">download pdf</a>, <a href="http://www.slideshare.net/nighto/jogos-no-linux">slideshare</a>).</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1831698"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto/jogos-no-linux" title="Jogos no Linux">Jogos no Linux</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=jogos-no-linux-090808190856-phpapp02&#038;stripped_title=jogos-no-linux" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=jogos-no-linux-090808190856-phpapp02&#038;stripped_title=jogos-no-linux" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/nighto">Arlindo Pereira</a>.</div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Uma breve dica sobre HDs de backup</title>
		<link>http://nighto.net/uma-breve-dica-sobre-hds-de-backup/</link>
		<comments>http://nighto.net/uma-breve-dica-sobre-hds-de-backup/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 16:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[hd]]></category>
		<category><![CDATA[partição]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[O espaço no seu computador está acabando, e você vai todo serelepe comprar um HD de 1 TB. Disco instalado, tem de fazer o particionamento. No Linux, geralmente utilizamos partições ext3 para tal. Assim, você abre o GParted: Que o &#8230; <a href="http://nighto.net/uma-breve-dica-sobre-hds-de-backup/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O espaço no seu computador está acabando, e você vai todo serelepe comprar um HD de 1 <acronym title="Terabyte">TB</acronym>. Disco instalado, tem de fazer o particionamento. No Linux, geralmente utilizamos partições ext3 para tal. Assim, você abre o GParted:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/captura_de_tela-dev-sdc-gparted.png"><img class="size-medium wp-image-163 aligncenter" title="captura_de_tela-dev-sdc-gparted" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/captura_de_tela-dev-sdc-gparted-300x202.png" alt="captura_de_tela-dev-sdc-gparted" width="300" height="202" /></a></p>
<p>Que o HD tinha 931.51 GiB ao invés de 1000, isso você já sabia. Ou não? Isso acontece porque os fabricantes são <em>sacanas</em> e projetam os HDs com múltiplos de base 10, ao invés da base 2, o que seria o correto. Assim, um HD de 1 TiB deveria ter 1 (byte) x 1024 (kilo) x 1024 (mega) x 1024 (giga) x 1024 (tera) =  1.099.511.627.776 bytes, mas na verdade eles botam 1.000.000.000.000 bytes, o que fazendo as divisões dá: 1.000.000.000 / 1024 = 976.562.500 kiB / 1024 = 953.674,32 MiB / 1024 = 931,32 GiB.</p>
<p>Disputas de nomenclatura à parte, você divide o disco em apenas uma partição e a formata como ext3. Alguns minutos depois, a operação está concluída:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/captura_de_tela-dev-sdc-gparted-1.png"><img class="size-medium wp-image-164 aligncenter" title="captura_de_tela-dev-sdc-gparted-1" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/captura_de_tela-dev-sdc-gparted-1-300x202.png" alt="captura_de_tela-dev-sdc-gparted-1" width="300" height="202" /></a></p>
<p>Como assim 14,81 GiB utilizados com <em>nada</em>, você se pergunta? Isto acontece porque, por padrão, o sistema ext3 separa 5% para o super-usuário (<em>root</em>), o que permite o boot mesmo em casos que o HD esteja lotado de <span style="text-decoration: line-through;">pr0n</span> arquivos do usuário, e ajuda a evitar a fragmentação. Isso é legal para a partição que o sistema está instalado, mas um desperdício de espaço numa partição de backup. Para corrigir isto, vamos a um terminal e:</p>
<p><code>sudo mkfs.ext3 -m 0 -L "label" /dev/sd<em>xN</em></code></p>
<p>(Substitua o <em>x</em> e o <em>N</em> pela letra e número correspondente a sua partição.)</p>
<p>A flag <code>-m</code> representa a porcentagem de espaço reservado para o super-usuário.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OpenStreetMap e GpsMid</title>
		<link>http://nighto.net/openstreetmap-e-gpsmid/</link>
		<comments>http://nighto.net/openstreetmap-e-gpsmid/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 05:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[OpenStreetMap]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[j2me]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[n95]]></category>
		<category><![CDATA[nokia]]></category>
		<category><![CDATA[osm]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano retrasado conheci um site muito interessante, o OpenStreetMap. Audacioso, o projeto se propõe a construir e manter um mapa-mundi semelhante ao Google Maps e afins (só o mapa, sem as imagens de satélite) porém com conteúdo unicamente postado por &#8230; <a href="http://nighto.net/openstreetmap-e-gpsmid/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano retrasado conheci um site muito interessante, o <a href="http://openstreetmap.org/">OpenStreetMap</a>. Audacioso, o projeto se propõe a construir e manter um mapa-mundi semelhante ao Google Maps e afins (só o mapa, sem as imagens de satélite) porém com conteúdo unicamente postado por usuários e sob uma licença livre (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Free_Documentation_License"><acronym title="GNU Free Documentation Licence">GFDL</acronym></a>). Enquanto certas cidades européias encontram-se mapeadas com fidelidade igual ou (frequentemente) superior às alternativas comerciais, aqui no Brasil ainda temos um esforço colaborativo a ser feito. Foi divertido mapear meu bairro. <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>De qualquer forma, o post do <a href="http://rafaelrossignol.wordpress.com/2008/12/08/gps-para-todos/">Rafael Rossignol Felipe</a> no Br-Linux sobre o OpenStreetMap me introduziu o <a href="http://gpsmid.sourceforge.net/">GpsMid</a>, um programa feito em Java (<acronym title="Java Micro Edition">J2ME</acronym>) para exibir os mapas do OSM em seu celular. Além do fato de ser totalmente livre, o uso do GpsMid apresenta algumas vantagens, como o fato de exibir os mapas <em>e</em> traçar rotas offline, isto é, sem tráfego de dados. Sendo Java, serve para praticamente qualquer celular, testei aqui no meu N95 e funcionou perfeitamente.</p>
<p>A instalação ainda não é trivial, ou melhor, a geração do instalador, já que o programa utiliza os mapas offline que precisam estar embutidos dentro do arquivo .jar. Criei um com o mapa da cidade do Rio de Janeiro e arredores, cujo link para download está no fim do post.</p>
<p>Primeiro precisamos definir qual área do mapa queremos ter. Não é possível ter o mundo inteiro &#8211; para você ter uma idéia, o arquivo <code>planet.osm</code>, um <acronym title="eXtensible Markup Language">XML</acronym> que contém o mapa-mundi bruto, tem hoje 95 <acronym title="Gigabyte">GB</acronym> (ou 4 <acronym title="Gigabyte">GB</acronym> compactado em bzip2). O ideal então é pegar somente a cidade que você vive, ou a região a qual você vai. Neste exemplo, criei com a cidade do Rio de Janeiro. Como ainda não temos muita gente mapeando o Brasil, acredito que o país inteiro &#8211; ou melhor, o que há mapeado dele &#8211; não ocuparia mais que 50 <acronym title="Megabyte">MB</acronym>, mas não experimentei. De qualquer forma, entre no <a href="http://openstreetmap.org/">OpenStreetMap</a> e dê zoom até a região que deseja construir o mapa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-150 aligncenter" title="Rio de Janeiro no OpenStreetMap" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/1-captura_de_tela-openstreetmap-mozilla-firefox-300x177.png" alt="Rio de Janeiro no OpenStreetMap" width="300" height="177" /><a href="http://www.openstreetmap.org/?lat=-22.857&amp;lon=-43.192&amp;zoom=10&amp;layers=B000FTF">Rio de Janeiro no OpenStreetMap</a></p>
<p>Enquanto isso, baixe o <a href="http://josm.openstreetmap.de/">JOSM &#8211; Java OpenStreetMap Editor</a>. Execute-o com <code>java -jar josm-latest.jar</code>. Vá na opção <em>File &gt; Download from OSM&#8230;</em> e entre com o link do mapa, encontrado na parte inferior direita do mesmo (Permalink) ou, caso prefira, entre com a latitude e longitude de começo e fim, e clique em OK.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-151 aligncenter" title="Fazendo download do mapa com o JOSM" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/2-captura_de_tela-download-300x272.png" alt="Fazendo download do mapa com o JOSM" width="300" height="272" /></p>
<p>O JOSM irá efetuar o download do mapa bruto e o exibirá na tela. Vá na opção <em>File &gt; Save</em> e dê um nome qualquer com a extensão osm, como rio.osm. Alternativamente, você poderá efetuar o download do planeta inteiro, veja mais informações no <a href="http://wiki.openstreetmap.org/index.php/Planet.osm">Wiki do OpenStreetMap</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-153 aligncenter" title="JOSM exibindo o mapa do Rio de Janeiro" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/3-captura_de_tela-java-openstreetmap-editor-300x177.png" alt="JOSM exibindo o mapa do Rio de Janeiro" width="300" height="177" /></p>
<p>De qualquer forma, tendo o mapa .osm em mãos, é hora de misturar o mapa com o <a href="http://gpsmid.sourceforge.net/">GpsMid</a>, utilizando o Osm2GpsMid. Baixe-o e execute-o com <code>java -jar Osm2GpsMid-*.jar</code>, selecione a área a ser incluída no programa utilizando o botão direito do mouse; em <em>Openstreetmap data source</em> escolha o mapa osm; em <em>Midlet name</em> digite algo ou deixe o padrão e clique em <em>Create GpsMid midlet</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-157" title="Osm2GpsMid" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/4-captura_de_tela-osm2gpsmid-v0451-2009-01-04-300x212.png" alt="Osm2GpsMid" width="300" height="212" /></p>
<p>O programa irá criar dois arquivos, um <code>.jad</code> e um <code>.jar</code>, agora basta transferi-los para seu telefone, abrir o <code>.jad</code> e instalar. Confira o screenshot:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-158" title="GpsMid-RioDeJaneiro" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/screenshot0027.jpg" alt="GpsMid-RioDeJaneiro" width="240" height="320" /></p>
<p>Se quiser experimentar e não quiser passar por todo o processo, baixe aqui o <a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/gpsmid-riodejaneiro-0451-20090104.zip">GpsMid-RioDeJaneiro</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Convertendo FLAC para MP4 AAC</title>
		<link>http://nighto.net/convertendo-flac-para-mp4-aac/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 21:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[aac]]></category>
		<category><![CDATA[codec]]></category>
		<category><![CDATA[faac]]></category>
		<category><![CDATA[flac]]></category>
		<category><![CDATA[m4a]]></category>
		<category><![CDATA[mp4]]></category>
		<category><![CDATA[n95]]></category>
		<category><![CDATA[nokia]]></category>

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		<description><![CDATA[Edit: subi o script no GitHub. Apesar de utilizar o Symbian OggPlay para tocar arquivos OGG e FLAC no meu N95, a não-utilização do player de música padrão da Nokia me impedia de usufruir de certas funcionalidades, como o scrobbling &#8230; <a href="http://nighto.net/convertendo-flac-para-mp4-aac/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Edit:</strong> <a href="http://github.com/nighto/flac2m4a">subi o script no GitHub</a>.</p>
<p>Apesar de utilizar o <a href="http://symbianoggplay.sourceforge.net/">Symbian OggPlay</a> para tocar arquivos OGG e <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> no meu <a href="http://nighto.net/tag/n95">N95</a>, a não-utilização do player de música padrão da Nokia me impedia de usufruir de certas funcionalidades, como o scrobbling para o <a href="http://lastfm.com.br">Last.fm</a> (com o <a href="http://code.google.com/p/mobbler/">Mobbler</a>), o <acronym title="Audio/Video Remote Control Profile">AVRCP</acronym> (controle das faixas com o fone bluetooth), integração com o <a href="http://sportstracker.nokia.com/">Nokia Sports Tracker</a> etc. Assim, resolvi converter minhas músicas em <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> para <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym>.</p>
<p><strong>Por que <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym>?<br />
</strong>Ao contrário do MP3, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Audio_Coding#Licensing_and_Patents">modelo de licenciamento do formato <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym> é menos pior</a>, permitindo a distribuição de músicas no formato, embora ainda haja a necessiade de (quebra de) patentes para binários dos codecs (codificadores e decodificadores). Além disso, a compressão é melhor que a do MP3, permitindo arquivos menores com qualidade semelhante.</p>
<p>Na verdade, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Audio_Coding">o <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym> foi criado para ser o sucessor do MP3</a>. Todos os tocadores de música decentes o suportam, como iPods, a grande maioria dos celulares, videogames, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Audio_Coding#Hardware">dentre outros</a>, tirando os players chineses MP<em>n</em>. Além disso, ele é o formato utilizado no ISDB-T(b), de forma que provavelmente esses arquivos tocarão (ou poderiam tocar&#8230;) nos decoders de TV digital.</p>
<p>Para criar e tocar arquivos <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym> no Linux, existe a dupla <a href="http://audiocoding.com">FAAC e  FAAD2</a> (Free Advanced Audio Coder / Decoder). Para utilizá-los no Ubuntu, basta instalar os pacotes <a href="apt://flac"><code>flac</code></a>, <a href="apt://faac"><code>faac</code></a> e <a href="apt://ubuntu-restricted-extras"><code>ubuntu-restricted-extras</code></a>.</p>
<p>Os arquivos <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym> possuem a extensão <code>.aac</code>, mas geralmente são encapsulados pelo container MPEG4 (para poder conter metadados), possuindo a extensão <code>.mp4</code> ou <code>.m4a</code>.</p>
<p><strong>Script flac2mp4</strong><br />
Assim sendo, criei um script para converter minhas músicas <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> para MP4. Sua utilização é: flac2mp4 arquivo.flac capa.jpg A imagem é opcional.  Segue o código do script:</p>
<pre>#!/bin/sh

echo ""
echo "flac2mp4 - script de conversão de áudio <acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> para MP4 (<acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym>)"
echo "Por Arlindo \"Nighto\" Pereira"
echo ""

if [ "$2" ]
then
	flac --totally-silent -d -c "$1" | faac - -o "$(pwd)/$(basename "$1" .flac).m4a" \
	--title "$(metaflac --show-tag=TITLE "$1" | sed 's/TITLE=//g')" \
	--artist "$(metaflac --show-tag=ARTIST "$1" | sed 's/ARTIST=//g')" \
	--album "$(metaflac --show-tag=ALBUM "$1" | sed 's/ALBUM=//g')" \
	--year "$(metaflac --show-tag=DATE "$1" | sed 's/DATE=//g')" \
	--track "$(metaflac --show-tag=TRACKNUMBER "$1" | sed 's/TRACKNUMBER=//g')" \
	--genre "$(metaflac --show-tag=GENRE "$1" | sed 's/GENRE=//g')" \
	--cover-art "$2"
elif [ "$1" ]
then
	flac --totally-silent -d -c "$1" | faac - -o "$(pwd)/$(basename "$1" .flac).m4a" \
	--title "$(metaflac --show-tag=TITLE "$1" | sed 's/TITLE=//g')" \
	--artist "$(metaflac --show-tag=ARTIST "$1" | sed 's/ARTIST=//g')" \
	--album "$(metaflac --show-tag=ALBUM "$1" | sed 's/ALBUM=//g')" \
	--year "$(metaflac --show-tag=DATE "$1" | sed 's/DATE=//g')" \
	--track "$(metaflac --show-tag=TRACKNUMBER "$1" | sed 's/TRACKNUMBER=//g')" \
	--genre "$(metaflac --show-tag=GENRE "$1" | sed 's/GENRE=//g')"
else
	echo "Entre com o nome do arquivo para converter:"
	echo "flac2mp4 arquivo.flac [capa-do-disco]"
	echo ""
exit 1
fi</pre>
<p>Para utilizar o script, salve-o com o nome de flac2mp4 e, num terminal, digite: <code>chmod +x flac2mp4 &amp;&amp; sudo mv flac2mp4 /usr/local/bin</code>. Para converter todas as músicas de um disco (todos os arquivos de um diretório), pode utilizar da seguinte forma:</p>
<pre>for i in *.flac ; do flac2mp4 "$i" capa.jpg ; done</pre>
<p>Fontes:</p>
<ul>
<li><a href="http://ubuntuforums.org/showpost.php?p=3960752&amp;postcount=8">Ubuntu Forums: From .mp3 to .m4a conversion</a></li>
<li><a href="http://maikimo.net/weblog/flickin-flacin-eargasms">Maikimo.net &#8211; Flickin&#8217; Flackin&#8217; eargasms! (<acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym> audio rocks)</a></li>
<li><a href="http://www.macosxhints.com/article.php?story=20040323004759816">macosxhints.com &#8211; A suite of shell scripts for FLACs and MP3s</a></li>
</ul>
<p><strong>Edit:</strong> troquei a extensão do arquivo gerado de mp4 para m4a para ficar semelhante ao arquivo gerado pelo iTunes ao ripar CDs e adicionei os pacotes flac e faac na lista de pacotes para utilizar o script no Ubuntu. (Em 28/02/2010)</p>
<p><strong>Edit:</strong> adicionei uma subrotina de verificação para utilização <em>sem</em> imagem de capa de disco. (Em 01/03/2010)</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nighto.net/convertendo-flac-para-mp4-aac/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Controlando o XBMC com o LIRC</title>
		<link>http://nighto.net/lirc-xbmc/</link>
		<comments>http://nighto.net/lirc-xbmc/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 22:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[controle remoto]]></category>
		<category><![CDATA[lirc]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[xbmc]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, hoje vou falar sobre a minha recente experiência de utilizar controles remoto com o computador, utilizando o Linux e o LIRC. Realizei os procedimentos no Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex, mas imagino que em outras distribuições o processo deva ser &#8230; <a href="http://nighto.net/lirc-xbmc/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, hoje vou falar sobre a minha recente experiência de utilizar controles remoto com o computador, utilizando o Linux e o <acronym title="Linux Infrared Remote Control">LIRC</acronym>. Realizei os procedimentos no Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex, mas imagino que em outras distribuições o processo deva ser semelhante.</p>
<p>Você vai precisar dos seguintes equipamentos:</p>
<ul>
<li>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Dsubs.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/9/9a/Dsubs.png/180px-Dsubs.png" alt="Espelho de portas serial e paralela" width="180" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">Espelho de portas serial e paralela</p></div>
<p>Um computador com uma porta serial livre. Porta serial é a famosa DB-9, uma portinha de 9 pinos que se usava o mouse antigamente. Verifique atrás do gabinete do seu computador se você tem essa porta, caso você não tenha, pode ser que a sua placa-mãe tenha a porta disponível onboard mas você não tenha o espelho como este ao lado (que foi o meu caso) ou não ter mesmo. Arranjar o espelho de porta serial pode ser um saco, eu consegui pegar de um computador antigo; talvez o mais fácil seja desativar a porta serial na placa mãe e comprar uma <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.4632">placa serial PCI como esta à venda no DealExtreme</a>. Note que adaptadores <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym>-serial <strong>não</strong> servem.</li>
<li>Um receptor de infravermelho, como <a href="http://www.lirc.org/receivers.html">um destes</a> (esquemático). Se você não quiser ter de soldar componentes eletrônicos, pode procurar por algum já pronto, no Mercado Livre tem alguns à venda.</li>
<li>Um controle remoto qualquer.</li>
</ul>
<p>Com tudo isto, mãos a obra. Primeiro instalamos o LIRC:</p>
<p><code>sudo apt-get install lirc lirc-x</code></p>
<p>Na instalação do pacote, ele irá lhe perguntar três coisas: o modelo do receptor infravermelho, o modelo do transmissor infravermelho e o modelo do controle remoto. O receptor infravermelho do esquemático acima consta como &#8220;Homebrew Serial&#8221;, não estamos usando um transmissor infravermelho portanto &#8220;none&#8221;, e como estamos usando um controle remoto qualquer podemos escolher a opção &#8220;custom&#8221;.</p>
<p>Podemos testar se o sinal está chegando OK no transmissor com o seguinte comando:</p>
<p><code>sudo ln -s /dev/lirc0 /dev/lirc ; xmode2</code></p>
<p>Ao pressionar um botão qualquer no controle remoto, deverá aparecer uma seqüência de pulsos na tela. Alternativamente você poderá utilizar o <code>mode2</code> em modo texto e ver um monte de números.</p>
<p>Caso não tenha funcionado até aqui, verifique se o cabo serial está OK e se o controle remoto está funcionando. Dica: aponte o controle remoto para uma câmera, por exemplo a de um celular, e verifique se há um feixe esbranquiçado no visor do mesmo. Isto acontece porque as câmeras (a maioria, pelo menos) consegue captar parte do espectro que não enxergamos.</p>
<p>OK, agora que sabemos que o receptor infravermelho está funcionando OK, precisamos configurar o LIRC para aceitar os comandos do controle remoto. Em outras palavras, é preciso pressionar cada botão e dar um nome para que o computador saiba quantos e quais botões existem. Fazemos isto com o comando:</p>
<p><code>sudo irrecord -d /dev/lirc0 meu-controle-remoto</code></p>
<p><a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/irrecord.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-131" title="irrecord" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/irrecord-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>O programa <code>irrecord</code> apresenta um passo-a-passo simples, onde você irá pressionar todas as teclas do controle remoto por um determinado tempo para que ele detecte como o controle remoto funciona (tecnicamente falando, qual é a seqüência de pulsos que ele emite), e então dará um nome para cada tecla e a pressionará. Faça isto com todas as teclas, mesmo que não pretenda utilizar todas.</p>
<p>Alternativamente, você poderá verificar se já existe o controle remoto que você está utilizando no <a href="http://lirc.sourceforge.net/remotes/">banco de dados do LIRC</a>. Se não existir, você poderá se quiser enviar o arquivo gerado pelo comando acima para poupar o trabalho de outras pessoas que poderão porventura utilizar o mesmo controle remoto que você.</p>
<p>Muito bem, agora que você tem o arquivo de configuração do controle remoto, seja gerado pelo irrecord ou baixado do site, vamos ativá-lo:</p>
<p><code>sudo mv meu-controle-remoto /etc/lirc/lircd.conf &amp;&amp; sudo /etc/init.d/lirc restart</code></p>
<p>Podemos verificar se os comandos do controle remoto estão sendo reconhecidos com o comando:</p>
<p><code>irw</code></p>
<p>Agora que os botões já estão sendo reconhecidos, só precisa configurar os programas que deseja. No meu caso, eu só quis configurar o <abbr title="XBoX Media Center">XBMC</abbr>, neste caso o procedimento foi editar o arquivo <code>/usr/share/xbmc/system/Lircmap.xml</code> e adicionar ao arquivo <acronym title="eXtensible Markup Language">XML</acronym>, dentro da tag <code>&lt;lircmap&gt;</code>, a seguinte estrutura:</p>
<pre>&lt;remote device="nome do controle remoto"&gt;
	&lt;comando do xbmc&gt;nome do botão&lt;/comando do xbmc&gt;
&lt;/remote&gt;</pre>
<p>Por exemplo, o meu arquivo <code>/etc/lirc/lircd.conf</code> está assim:</p>
<pre>begin remote

  name  LG_6710V00090N
  bits           16
  flags SPACE_ENC|CONST_LENGTH
  eps            30
  aeps          100

  header       8992  4542
  one           529  1704
  zero          529   591
  ptrail        512
  repeat       8985  2294
  pre_data_bits   16
  pre_data       0x20DF
  gap          108095
  min_repeat      2
  toggle_bit_mask 0x0

      begin codes
          POWER                    0x10EF
          MUTE                     0x906F
          1                        0x8877
          2                        0x48B7
          3                        0xC837
          4                        0x28D7
          5                        0xA857
          6                        0x6897
          7                        0xE817
          8                        0x18E7
          9                        0x9867
          0                        0x08F7
          APC                      0xB24D
          TVVIDEO                  0xD02F
          MENU                     0xC23D
          CAPTION                  0x9C63
          VOLMINUS                 0xC03F
          VOLPLUS                  0x40BF
          CHMINUS                  0x807F
          CHPLUS                   0x00FF
          ENTER                    0x22DD
          FCR                      0x7887
          SLEEP                    0x708F
          EYEASTERISK              0xA956
          AUTOPRG                  0x2AD5
          MEMORYERASE              0xAA55
          REVIEW                   0x58A7
          MTS                      0x50AF
          PICTURE                  0x30CF
      end codes

end remote</pre>
<p>E o meu <code>/usr/share/xbmc/system/Lircmap.xml</code> está assim:</p>
<pre>&lt;lircmap&gt;
	&lt;remote device="LG_6710V00090N"&gt;
		&lt;up&gt;CHPLUS&lt;/up&gt;
		&lt;down&gt;CHMINUS&lt;/down&gt;
		&lt;left&gt;VOLMINUS&lt;/left&gt;
		&lt;right&gt;VOLPLUS&lt;/right&gt;
		&lt;pageplus&gt;APC&lt;/pageplus&gt;
		&lt;pageminus&gt;TVVIDEO&lt;/pageminus&gt;
		&lt;select&gt;ENTER&lt;/select&gt;
		&lt;start&gt;MENU&lt;/start&gt;
		&lt;info&gt;CAPTION&lt;/info&gt;
		&lt;volumeminus&gt;FCR&lt;/volumeminus&gt;
		&lt;volumeplus&gt;SLEEP&lt;/volumeplus&gt;
		&lt;display&gt;EYEASTERISK&lt;/display&gt;
		&lt;mute&gt;MUTE&lt;/mute&gt;
		&lt;power&gt;POWER&lt;/power&gt;
	&lt;/remote&gt;
&lt;/lircmap&gt;</pre>
<p>Antes de terminar, o quase-obrigatório vídeo de como ficou:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/t2lpze2IxWY&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/t2lpze2IxWY&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Convertendo vídeos para o N95 no Ubuntu</title>
		<link>http://nighto.net/convertendo-videos-para-o-n95-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://nighto.net/convertendo-videos-para-o-n95-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 23:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[conversão]]></category>
		<category><![CDATA[ffmpeg]]></category>
		<category><![CDATA[mencoder]]></category>
		<category><![CDATA[n95]]></category>
		<category><![CDATA[nokia]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem duas formas de converter vídeos com o Linux para um formato que o player de vídeo padrão do N95 consiga tocar, que são utilizando o FFmpeg e utilizando o MEncoder. Procurando no Google, a maioria dos tutoriais recomendam usar &#8230; <a href="http://nighto.net/convertendo-videos-para-o-n95-no-ubuntu/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem duas formas de converter vídeos com o Linux para um formato que o player de vídeo padrão do N95 consiga tocar, que são utilizando o <a href="http://ffmpeg.mplayerhq.hu/">FFmpeg</a> e utilizando o <a href="http://www.mplayerhq.hu/">MEncoder</a>. Procurando no Google, a maioria dos tutoriais recomendam usar o FFmpeg, porém como a versão do dele no Ubuntu não vem compilada com os codecs que precisamos, temos de baixar o código-fonte e recompilá-lo, ao passo que utilizando o MEncoder isto não é necessário.</p>
<p>Antes de mais nada, instale o MEncoder (ou confira se ele está instalado):</p>
<p><code>sudo apt-get update &amp;&amp; sudo apt-get install mencoder</code></p>
<p>Agora, entre na pasta do vídeo (neste exemplo vamos supor que ele está em ~), e entre com o comando:</p>
<p><code>mencoder -of lavf -lavfopts format=mp4 -oac lavc -ovc lavc -lavcopts aglobal=1:vglobal=1:acodec=libfaac:abitrate=128:vcodec=mpeg4:keyint=25 -ofps 25 -af lavcresample=44100 -vf harddup,scale=320:-3 -mc 0 -noskip video-original.avi -o video-convertido.mp4</code></p>
<p>Como o comando é gigantesco, vamos simplificar o processo. Entre com o seguinte comando:</p>
<p><code>sudo touch /usr/local/bin/n95enc &amp;&amp; sudo chmod +x /usr/local/bin/n95enc &amp;&amp; sudo gedit /usr/local/bin/n95enc</code></p>
<p>(Sinta-se livre para substituir o gedit pelo editor de sua preferência.) Na janela que se abrir, entre com o seguinte:</p>
<p><code>#!/bin/sh<br />
mencoder -of lavf -lavfopts format=mp4 -oac lavc -ovc lavc -lavcopts aglobal=1:vglobal=1:acodec=libfaac:abitrate=128:vcodec=mpeg4:keyint=25 -ofps 25 -af lavcresample=44100 -vf harddup,scale=320:-3 -mc 0 -noskip "$1" -o "$2"</code></p>
<p>Salve e saia. Agora para converter os vídeos é só fazer como em:</p>
<p><code>n95enc video-original.avi video-convertido.mp4</code></p>
<p>Fonte: <a href="http://notes.xiaoka.com/2008/03/29/encode-mp4-files-for-nokia-n95-with-mencoder/">Xiaoka Notes</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Google Talk com Google Hosted Accounts</title>
		<link>http://nighto.net/google-talk-com-google-hosted-accounts/</link>
		<comments>http://nighto.net/google-talk-com-google-hosted-accounts/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 03:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google hosted accounts]]></category>
		<category><![CDATA[jabber]]></category>
		<category><![CDATA[pidgin]]></category>
		<category><![CDATA[xmpp]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu tinha GMail, costumava usar o Google Talk com clientes stand-alone, como o Pidgin. A configuração era extremamente simples, bastava entrar com o usuário e senha que estava conectado. Quando deixei de usar o nighto@gmail.com e passei a usar &#8230; <a href="http://nighto.net/google-talk-com-google-hosted-accounts/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu tinha GMail, costumava usar o Google Talk com clientes stand-alone, como o <a href="http://pidgin.im">Pidgin</a>. A configuração era extremamente simples, bastava entrar com o usuário e senha que estava conectado. Quando deixei de usar o nighto@gmail.com e passei a usar o @nighto.net através do <a href="http://google.com/a">Google Hosted Accounts</a> (GMail, Google Agenda e Google Docs no seu próprio domínio), isso passou a não mais funcionar.</p>
<p>Hoje, resolvi fuçar, e descobri o problema. Quando você usa uma conta @gmail.com, o servidor deles é configurado para redirecionar os dados da porta de conexão do Jabber (5222, usualmente) para o servidor do Google Talk. Isto não acontece no seu domínio, pois por padrão redireciona-se apenas o MX (conexão de email). Assim, você deve especificar manualmente o servidor de conexão <strong>talk.google.com</strong> ao configurar a conta no seu cliente. No meu Pidgin é assim:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2008/07/captura_da_tela-modificar-conta.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-78" title="captura_da_tela-modificar-conta" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2008/07/captura_da_tela-modificar-conta-300x286.png" alt="" width="300" height="286" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://forum.meebo.com/viewtopic.php?f=3&amp;t=5233">Meebo Forum</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nighto.net/google-talk-com-google-hosted-accounts/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>UPnP no Ubuntu</title>
		<link>http://nighto.net/upnp/</link>
		<comments>http://nighto.net/upnp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 01:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento]]></category>
		<category><![CDATA[djmount]]></category>
		<category><![CDATA[playstation 3]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[upnp]]></category>
		<category><![CDATA[ushare]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>
		<category><![CDATA[xbox]]></category>
		<category><![CDATA[xbox360]]></category>

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		<description><![CDATA[UPnP ou Universal Plug and Play é uma tecnologia criada para conectar ponto-a-ponto dispositivos diversos sobre redes locais (com ou sem fio) e fazer roteamento de portas e NAT (Network Address Translation) de forma automática, para que softwares que utilizem &#8230; <a href="http://nighto.net/upnp/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UPnP ou Universal Plug and Play é uma tecnologia criada para conectar ponto-a-ponto dispositivos diversos sobre redes locais (com ou sem fio) e fazer roteamento de portas e NAT (Network Address Translation) de forma automática, para que softwares que utilizem portas não-padrões (como BitTorrent, jogos etc.) possam ter as portas roteadas sem a necessidade da configuração manual na interface web do roteador. Com o UPnP, é possível também ter um computador ou disco rígido NAS (Network-attached Storage) com músicas e vídeos e tocá-los em dispositivos como outros computadores, videogames, celulares e sistemas de som e vídeo que suportem a tecnologia. Para mais detalhes, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/UPnP">veja o artigo na Wikipédia</a>.</p>
<p>Hoje, veremos como utilizar um computador rodando Ubuntu como servidor UPnP (isto é, o dispositivo que serve os arquivos à serem tocados) <strong>e</strong> cliente UPnP (isto é, o dispositivo que toca os arquivos guardados remotamente). As duas configurações são independentes.</p>
<p>Antes de mais nada, é necessário ativar o UPnP no roteador, já que nem sempre ele estará ativado por padrão. Para isto, basta acessar o roteador pela interface web (geralmente, através do endereço <a href="http://192.168.1.1">192.168.1.1</a> ou similar) e conferir se ele está ativado.</p>
<p><strong>Utilizando o Ubuntu como servidor UPnP</strong></p>
<p>Utilizando o computador como servidor UPnP, é possível tocar músicas e vídeos em outros dispositivos que sejam clientes UPnP, tais como: outros computadores (após configuração), Playstation 3, Xbox 360, Nokia N95 etc.</p>
<p>Existem diversos programas servidores UPnP. Algumas opções (da mais simples para a mais completa) são: <strong>gmediaserver</strong>, <strong>ushare</strong> e <strong>mediatomb</strong>.</p>
<p>Primeiro, criaremos uma pasta de compartilhamento. Os programas podem compartilhar apenas uma pasta, então caso queiramos compartilhar mais de uma pasta (por exemplo, músicas e vídeos) o ideal é criar um link para estas pastas ao invés de compartilhar a que contém tudo (por exemplo, a pasta pessoal), o que poderia ser um risco de segurança já que o UPnP daria acesso a seus arquivos a qualquer um que se conecte na rede local. Então vamos lá, abra um terminal (Aplicações &gt; Acessórios &gt; Terminal (ou Consola) e entre com os seguintes passos:</p>
<ul>
<li><code>mkdir MidiaCompartilhada</code> &#8211; utilize o nome que quiser, preferencialmente sem espaços para facilitar a configuração;</li>
<li><code>cd MidiaCompartilhada</code> &#8211; entre na pasta criada;</li>
<li><code>ln -s ../Música .</code> &#8211; aqui, criamos o link da pasta <code>/home/<em>usuario</em>/Música</code> para a pasta <code>/home/<em>usuario</em>/MidiaCompartilhada/Música</code>. Faça o mesmo para a pasta Vídeos ou para HDs externos, por exemplo: <code>ln -s /media/disk/Músicas MusicasDoHdExterno</code>.</li>
<li><code>sudo apt-get install ushare</code> &#8211; instalando o GeeXboX uShare, software que compartilha os arquivos via UPnP</li>
<li><code>sudo dpkg-reconfigure ushare</code> &#8211; agora vamos a configuração dele:</li>
<li>O primeiro passo é definir o nome do compartilhamento, eu escolhi &#8220;Nighto&#8221;;</li>
<li>Passo seguinte, a escolha da interface: você pode escolher se quer compartilhar pela placa de rede com fios (<code>eth0</code>) ou pela rede sem fio (geralmente <code>eth1</code>, <code>ath0</code>, <code>ra0</code> ou <code>wlan0</code>, dependendo do modelo. Para saber qual é o seu caso, abra um outro terminal e entre o comando <code>ifconfig</code>). No meu caso, como estou utilizando o laptop que é sempre utilizado na rede sem fio, escolhi a opção correspondente, <code>wlan0</code>;</li>
<li>Agora escolhemos a pasta compartilhada, no meu caso, <code>/home/nighto/MidiaCompartilhada</code>;</li>
<li><code>Starting uShare UPnP A/V &amp; DLNA Media Server: ushare</code>. É isso aí!</li>
</ul>
<p>Agora que temos um servidor UPnP rodando na rede, podemos ativar os clientes. Não tenho (ainda! <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ) um PlayStation 3 nem um Xbox 360, mas a configuração no N95 é assim: Ferramentas, Conectividade, Mídia local, Procurar rede local.</p>
<p>Para quem se interessar, no Windows XP é assim (pode ser necessário ter em mãos o <acronym title="Compact Disc">CD</acronym> de instalação do mesmo):</p>
<ol>
<li>Iniciar &gt; [Configurações] &gt; Painel de Controle;</li>
<li>Adicionar ou remover programas;</li>
<li>Adicionar/remover componentes do Windows;</li>
<li>Clique em Serviços de Rede (no nome, não na caixa) e clique no botão Detalhes;</li>
<li>Marque a caixa Interface de Usuário Plug and Play Universal e clique em OK.</li>
<li>Clique em Avançar e depois em Concluir.</li>
</ol>
<p>Agora, ele pode ser acessado através do ícone &#8220;Meus locais de rede&#8221;.</p>
<p><strong>Utilizando o Ubuntu como cliente UPnP</strong></p>
<p>Já o caminho inverso, a utilização do Ubuntu como cliente UPnP, também é possível, montando o compartilhamento UPnP como um sistema de arquivos utilizando o programa <strong>djmount</strong>.</p>
<p>O procedimento é o seguinte:</p>
<ul>
<li><code>sudo mkdir /media/upnp ; sudo chmod 777 /media/upnp</code> &#8211; Criamos uma pasta para montar o UPnP, isto é, onde os arquivos serão acessados;</li>
<li><code>wget http://circodigital.org.br/repositorio/hardy32/djmount_0.71-1_i386.deb ; sudo dpkg -i djmount_0.71-1_i386.deb ; rm djmount_0.71-1_i386.deb</code> &#8211; Baixamos e instalamos o pacote do djmount. Caso você execute a versão 64 bits, terá de compilar o pacote.</li>
<li><code>sudo modprobe -l -t /media/upnp fuse ; sudo djmount /media/upnp</code> &#8211; Montamos a pasta. Se quiser que isso aconteça automaticamente, vá em Sistema &gt; Preferências &gt; Sessões e Adicione um ítem UPnP DjMount com o comando <code>sleep 20 &amp;&amp; modprobe -l -t /media/upnp fuse &amp;&amp; djmount /media/upnp</code></li>
</ul>
<p>Agora podemos acessar o conteúdo de servidores UPnP no Ubuntu, bastando abrir a pasta /media/upnp. No N95, para servir os arquivos, vá na opção Ferramentas, Conectividade, Mídia local e escolha os ítens que quer compartilhar.</p>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/UPnP">Wikipedia &#8211; Universal Plug and Play</a></li>
<li><a href="http://www.allaboutsymbian.com/reviews/item/Nokia_N95-part_1_Music_Focus.php">All About Symbian &#8211; Nokia N95 part 2, the music</a></li>
<li><a href="http://djmount.sourceforge.net/">djmount &#8211; mount AV device as filesystem</a></li>
<li><a href="http://linuxowns.wordpress.com/2008/06/05/accessing-upnp-server-from-ubuntu/">Linux Owns &#8211; Accessing upnp server from ubuntu<br />
</a></li>
<li><a href="http://ubuntu-utah.ubuntuforums.org/showthread.php?t=780702">Ubuntu Forums &#8211; HOWTO: Read UPnP Media Server with another computer using djmount</a></li>
<li><a href="http://michael-peeters.blogspot.com/2008/06/upnp-client-under-ubuntu-djmount.html">Tech stuff &#8211; UPnP client under Ubuntu: djmount</a></li>
<li><a href="http://www.straightnochaser.org/2007/06/upnp-av-streaming-in-ubuntu-with-a-d-link-dns-323/">Straight, No Chaser &#8211; UPnP AV streaming in Ubuntu with a D-Link <acronym title="Domain Name Server">DNS</acronym>-323</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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		<title>SSH sem senha</title>
		<link>http://nighto.net/ssh-sem-senha/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 04:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[senha]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>
		<category><![CDATA[ssh]]></category>

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		<description><![CDATA[E seguro, bem mais seguro que a sua senha de n caracteres. Hoje veremos como logar num servidor remoto via SSH sem a utilização de senhas, utilizando o conceito de chaves privadas e públicas. No repositório de Ubuntu do Circo &#8230; <a href="http://nighto.net/ssh-sem-senha/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E seguro, bem mais seguro que a sua senha de <em>n</em> caracteres. Hoje veremos como logar num servidor remoto via <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym> sem a utilização de senhas, utilizando o conceito de chaves privadas e públicas.</p>
<p>No <a href="http://www.circodigital.org.br/repositorio-de-ubuntu-do-circo-digital/">repositório de Ubuntu do Circo Digital</a> que mantenho, tenho de constantemente fazer uso de transferências de arquivos para o servidor. Naturalmente, não uso <acronym title="File Transfer Protocol">FTP</acronym> pela insegurança, prefiro fazer uso de <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym>. O problema é que os pacotes são muitos e, como estou amarrado à uma conexão lenta (300 kbps de upstream), tenho de abrir uma conexão para primeiro enviar o pacote e depois os metadados. Naturalmente, seria um saco ficar digitando a senha do usuário do servidor toda hora, por isso procurei uma solução para automatizar o processo.</p>
<p>A idéia de não utilizar senhas para conectar num servidor parece insegura, e realmente o é se terceiros tiverem acesso ao seu computador. Como a minha paranóia não abrange espionagem industrial e se meu laptop for roubado o máximo que irá acontecer será o meliante ligar e dizer &#8220;que <span style="text-decoration: line-through;">porra de</span> Uíndoux estranho é esse?&#8221;, estou tranqüilo. A idéia é usar chaves encriptadas. Você gera um par de chaves (chave pública e chave privada), guarda a chave privada no seu computador e envia a chave pública para os computadores que você queira entrar sem utilizar senha. É o mesmo processo da <a href="http://gnupg.net">criptografia de correio eletrônico</a>.</p>
<p>Pois bem, vamos ao procedimento.</p>
<ol>
<li>Entre com o seguinte comando no console, para gerar o par de chaves: <code>ssh-keygen -b 1024 -t rsa</code></li>
<li>O <code>ssh-keygen</code> irá perguntar aonde você quer guardar sua chave, deixe o padrão <code>$HOME/.ssh/id_rsa</code> apertando <kbd>ENTER</kbd>.</li>
<li>Agora ele lhe pergunta por uma senha. A autenticação das chaves pública e privada pode ser usada sem senha, o que é o nosso caso, ou utilizando-se de uma senha, para reforçar ainda mais a segurança. Ficamos no primeiro caso, e pressionamos <kbd>ENTER</kbd> para deixar a senha em branco e <kbd>ENTER</kbd> novamente para confirmar.</li>
<li>Agora que a chave foi gerada, precisamos enviá-la para o servidor. Fazemos isso com o comando <code>scp ~/.ssh/id_rsa.pub <em>usuario</em>@<em>servidor</em>:~/.ssh</code></li>
<li>Chave enviada, temos agora de dizer para o servidor <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym> que ela é uma chave de autenticação. Logamos no servidor (<code>ssh <em>usuario</em>@<em>servidor</em></code>), digitamos a senha pela última vez <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  e configuramos: <code>cat ~/.ssh/id_rsa.pub &gt;&gt; ~/.ssh/authorized_keys &amp;&amp; rm ~/.ssh/id_rsa.pub</code></li>
<li>Finito! Agora você poderá logar no seu servidor com segurança e sem precisar digitar a senha a todo momento. Para uma maior segurança, você pode fazer uma cópia de segurança de todos os arquivos do <code>~/.ssh</code> da sua máquina e desativar o login &#8220;normal&#8221; de seu usuário no servidor, assim mesmo que alguém descubra a senha do seu usuário, só poderá logar caso tenha acesso físico à máquina ou às suas chaves privadas.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20050804.php">Baseado no artigo do Dicas-L.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Marinha, JoikuSpot e as bicicletas</title>
		<link>http://nighto.net/marinha-joikuspot-e-as-bicicletas/</link>
		<comments>http://nighto.net/marinha-joikuspot-e-as-bicicletas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 14:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[joikuspot]]></category>
		<category><![CDATA[marinha]]></category>
		<category><![CDATA[n95]]></category>
		<category><![CDATA[nokia]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa semana, dei palestras sobre Linux para os alunos da Escola Técnica do Arsenal da Marinha (ETAM). O que é software livre, sua história, mostrando uma distribuição (no caso, o Ubuntu), essas coisas. O combinado era que tivesse Internet no &#8230; <a href="http://nighto.net/marinha-joikuspot-e-as-bicicletas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa semana, dei palestras sobre Linux para os alunos da Escola Técnica do Arsenal da Marinha (ETAM). O que é software livre, sua história, mostrando uma distribuição (no caso, o Ubuntu), essas coisas.</p>
<p>O combinado era que tivesse Internet no local, mas a rede era uma bizarra combinação de <acronym title="Internet Protocol">IP</acronym> estático, Proxies e Rede Novell, então não consegui conectar na rede deles.</p>
<p>O que &#8220;salvou a pátria&#8221; foi o JoikuSpot, aplicativo para celulares Symbian que possuam wifi que transforma o aparelho num hotspot, isto é, roteia a conexão EDGE ou 3G para quaisquer outros aparelhos que utilizem rede wifi.<br />
Ele permite que você entre na Internet com dispositivos que tenham wifi mas não 3G (como tablets N8x0, PSP, iPod Touch ou iPhone 1a geração) utilizando o fluxo de dados do celular.<br />
O funcionamento é muito simples. Você instala o programa, dá um nome para a rede, escolhe se quiser uma encriptação WEP ou WPA (para terceiros não utilizarem a sua rede) e pronto.</p>
<p>O JoikuSpot pode ser também uma alternativa para utilização com notebooks, como fiz. Não dá para utilizá-lo por muito tempo, pois ele drena a bateria, mas pode ser uma alternativa aos modems 3G <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym>, já que hipoteticamente a bateria do notebook duraria menos do que a bateria do celular (ou seja, carregando os dois ao mesmo tempo, poderia-se utilizar por períodos indeterminados).</p>
<p>E sobre as bicicletas? Vários trabalhadores na ilha se deslocando com o veículo mais energeticamente eficiente e que não polui, já que a ilha é enorme. Legal, né?</p>
<p>Obviamente, fui para lá de bicicleta. Lá chegando, soube que não, não poderia entrar com ela. Não há bicicletário, e não pode prender nos postes do lado de fora (!). Não, não há exceções para palestrantes, que estão fazendo um favor à &#8220;hora do Brasil&#8221;. Naturalmente, não estava disposto a deixar minha bicicletinha na rua longe do Distrito Naval, pois a chance de perdê-la seria considerável. Quando estava quase me dirigindo ao <a href="http://nighto.net/vazio">Estacionamento Subterrâneo da Cinelândia</a>, veio a solução mais simples, embora longe do ideal &#8211; para entrar na ilha, dobrei a bicicleta e deixei a no veículo grande, pesado e poluente do Sargento que me pediu as palestras.</p>
<p>Quanto ao assunto da palestra, o papo foi esse:</p>
<ul>
<li>Contando um pouco de história: do ENIAC aos mainframes rodando UNIX na década de 70; salto para os IBM PC na década de 80</li>
<li>O que é esse tal de Linux? O Projeto <acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym>, kernel Linux, explosão com Internet. Idéia de distribuição Linux associada a um conjunto de peças Lego.</li>
<li>Idéia de software livre. Associação com o Firefox. Software livre não é gratuito, comparar com o Internet Explorer.</li>
<li>Ubuntu. Apresentação do ambiente GNOME, comparando com o Windows. Mostrar alguns programas, como o BrOffice.org e o GIMP.</li>
<li>Apresentar a interface do Ubuntu. Momento &#8220;Oh!&#8221; com compiz ativado etc.</li>
<li>Mas e os meus programas de Windows, como o AutoCAD? Apresentar o Wine e o VirtualBox.</li>
<li>Dúvidas?</li>
</ul>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Repositório de Ubuntu do Estúdio Livre/Circo Digital</title>
		<link>http://nighto.net/repositorio-de-ubuntu-do-estudio-livre-circo-digital/</link>
		<comments>http://nighto.net/repositorio-de-ubuntu-do-estudio-livre-circo-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 22:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[deb]]></category>
		<category><![CDATA[repositório]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos meus trabalhos no Circo Digital é manter um repositório para Ubuntu com pacotes de programas multimídia compilados por mim e pela equipe. A idéia é que um usuário iniciante que queira trabalhar com multimídia tenha de adicionar apenas &#8230; <a href="http://nighto.net/repositorio-de-ubuntu-do-estudio-livre-circo-digital/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos meus trabalhos no <a href="http://circodigital.org.br/">Circo Digital</a> é manter um repositório para <a href="http://ubuntu.com/">Ubuntu</a> com pacotes de programas multimídia compilados por mim e pela equipe. A idéia é que um usuário iniciante que queira trabalhar com multimídia tenha de adicionar apenas este repositório e já possa instalar os mais diversos programas de edição multimídia que damos oficina. Assim, aproveitei para espelhar também os repositórios do <a href="http://akiradproject.net/repository">Akirad</a>, que contém o <a href="http://cinelerra.org/">Cinelerra</a>, o <a href="http://www.medibuntu.org/">Medibuntu</a>, que contém diversos pacotes multimídia com restrições legais, e os pacotes do <a href="http://getdeb.net/">GetDeb</a>, que contém programas diversos. A idéia é que em breve o repositório se torne o repositório oficial do <a href="http://estudiolivre.org/">Estúdio Livre</a>. A lista dos pacotes pode ser conferida <a href="http://circodigital.org.br/repositorio/">aqui</a>.</p>
<p>Mas, sem mais delongas, vamos ao que interessa. Adicione o seguinte par de repositórios, de acordo com a sua distribuição:</p>
<p><code>deb http://circodigital.org.br/repositorio hardy/<br />
deb http://circodigital.org.br/repositorio hardy32/</code></p>
<p><code>deb http://circodigital.org.br/repositorio hardy/<br />
deb http://circodigital.org.br/repositorio hardy64/</code></p>
<p><code>deb http://circodigital.org.br/repositorio gutsy/<br />
deb http://circodigital.org.br/repositorio gutsy32/</code></p>
<p><code>deb http://circodigital.org.br/repositorio gutsy/<br />
deb http://circodigital.org.br/repositorio gutsy64/</code></p>
<p>Mais informações podem ser encontradas na página do <a href="http://estudiolivre.org/repositorio">Repositório no Estúdio Livre</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Acentos errados em CDs</title>
		<link>http://nighto.net/acentos-errados-em-cds/</link>
		<comments>http://nighto.net/acentos-errados-em-cds/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 08:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[codificação]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nighto.net/?p=26</guid>
		<description><![CDATA[Uma dica rápida. Quando você ver acentos errados em CDs no Ubuntu, não precisa ficar renomeando na mão, basta executar um comando para acertá-los. Primeiro, desmonta-se o CD: sudo umount /cdrom Depois monta-se o CD corretamente: sudo mount /cdrom -o &#8230; <a href="http://nighto.net/acentos-errados-em-cds/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica rápida. Quando você ver acentos errados em CDs no Ubuntu, não precisa ficar renomeando na mão, basta executar um comando para acertá-los.</p>
<p>Primeiro, desmonta-se o CD:</p>
<p><code>sudo umount /cdrom</code></p>
<p>Depois monta-se o <acronym title="Compact Disc">CD</acronym> corretamente:</p>
<p><code>sudo mount /cdrom -o utf8</code></p>
<p>Isto não é freqüente, mas acontece quando há alguma falha no mecanismo de verificação de codificação no sistema de arquivos.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fone de ouvido bluetooth no Ubuntu e Amarok</title>
		<link>http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu-e-amarok/</link>
		<comments>http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu-e-amarok/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 08:37:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[a2dp]]></category>
		<category><![CDATA[amarok]]></category>
		<category><![CDATA[bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[fone]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nighto.net/?p=27</guid>
		<description><![CDATA[Aqui vai um pequeno guia de como realizar a configuração para ouvir as músicas com um fone de ouvido bluetooth no Amarok, testado no Ubuntu 7.10 mas com procedimento semelhante para qualquer distribuição. O quê, você usa Ubuntu mas não &#8230; <a href="http://nighto.net/fone-de-ouvido-bluetooth-no-ubuntu-e-amarok/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui vai um pequeno guia de como realizar a configuração para ouvir as músicas com um fone de ouvido bluetooth no <a href="http://amarok.kde.org/">Amarok</a>, testado no <a href="http://ubuntu.com/">Ubuntu 7.10</a> mas com procedimento semelhante para qualquer distribuição. O quê, você usa Ubuntu mas não conhece o Amarok? Clique <a href="apt://amarok">aqui</a> para instalá-lo já! <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Para realizar o primeiro pareamento, isto é, na primeira vez que for utilizar o fone, é necessário <span style="text-decoration: line-through;">sujar os dedinhos</span> utilizar um terminal. Naturalmente considero que o seu adaptador bluetooth está ativado. Para saber se um adaptador bluetooth foi encontrado, basta olhar ao lado do relógio por um ícone com um símbolo de bluetooth (um pequeno B num círculo).</p>
<p>Então, vamos em <strong>Aplicações &gt; Acessórios &gt; Terminal</strong>, colocamos o fone bluetooth em modo de <em>pareamento</em> (em geral isto é feito segurando-se o botão principal do fone por alguns segundos até que as luzes indicadores pisquem de forma diferente do normal. Em caso de dúvidas, verifique o manual do seu aparelho) e entramos o comando <kbd>hcitool scan</kbd>. Isto retornará o nome do fone (à direita) e um código de identificação.</p>
<p>Agora, abra o gedit indo em <strong>Aplicações &gt; Acessórios &gt; Editor de Texto</strong> e insira o seguinte texto, lembrando de modificar na linha <code>device</code> a identificação para a que foi encontrada pelo passo anterior.</p>
<blockquote><p><code>pcm.bluetooth {<br />
type bluetooth<br />
device 00:11:22:33:44:55<br />
}</code></p></blockquote>
<p>Salve este arquivo com o nome de “<code><big><strong>.</strong></big>asoundrc</code>” (atenção no ponto no começo do nome) na sua pasta de usuário (<code>/home/usuario</code> ou <code>~</code>).</p>
<p>Caso você tenha mais de um fone bluetooth, poderá colocar outros campos, mudando apenas o nome (o <code>pcm.bluetooth</code> pode ser <code>pcm.qualquercoisa</code>) e o código de identificação, naturalmente. Por exemplo, eu tenho dois fones bluetooth, um é o pcm.nokia e o outro é o pcm.bluepodre <span style="text-decoration: line-through;">Já faço um review sobre o &#8220;bluepodre&#8221; para explicar o porquê desse nome.</span> Porque “bluepodre”? <a href="http://nighto.net/review-do-fone-bluetooth-bck-08/">Leia o review do fone bluetooth BCK-08</a>. Feito isto, basta configurar seu player favorito. Eu uso com o fone basicamente só o Amarok, no <a href="http://wiki.bluez.org/wiki/HOWTO/AudioDevices">wiki do BlueZ</a> há instruções para configurar outros tocadores. Então abra o Amarok indo em <strong>Aplicações &gt; Som e Vídeo &gt; Amarok</strong>, e vá no menu <strong>Configurações &gt; Configurar Amarok… &gt; Mecanismo</strong></p>
<p>Altere os campos Mono e Estéreo para <code>bluetooth</code> (ou qualquer que seja o nome que você tenha colocado no <code>.asoundrc</code>, sem a parte &#8220;<code>pcm.</code>&#8220;) Só isso, podemos dar OK para fechar a janela, escolher uma música qualquer e mandar tocar. Alguns segundos depois, aparecerá o seguinte aviso no ícone do bluetooth: Pedido de Emparelhamento de um fone bluetooth. Clique em “Enter passkey” e digite a senha do fone, que geralmente é <strong>0000</strong>, mas confira no manual do aparelho para ter certeza.</p>
<p>O relacionamento (ou pareamento) será criado e a música começará a tocar. Caso ao clicar em play no Amarok a música não toque, verifique se o seu fone está em modo de pareamento ou se os passos anteriores foram seguidos corretamente.</p>
<p>É isso. Caso seu fone seja como o <a href="http://nighto.net/review-do-fone-bluetooth-nokia-bh-501/">Nokia BH-501</a> que grava os 10 últimos dispositivos pareados, basta que ele esteja ligado (e não pareado com outro dispositivo) que ao dar Play a música começará a tocar sem a necessidade de inserir a senha. Caso contrário, será necessário colocá-lo em modo de pareamento e inserir novamente a passkey para que ele reproduza o som.</p>
<p>Ah! Antes de acabar… quando você quiser usar a caixa de som novamente, basta voltar nas configurações do Mecanismo do Amarok e trocar de volta no Mono e no Estéreo de <code>bluetooth</code> para <code>default</code>.</p>
<p>É isso. Dúvidas? Sugestões? A caixa de comentários é toda sua.</p>
<p>Fonte: <a href="http://wiki.bluez.org/wiki/HOWTO/AudioDevices">Wiki do BlueZ</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Baixando músicas da Magnatune em lote</title>
		<link>http://nighto.net/baixando-musicas-da-magnatune-em-lote/</link>
		<comments>http://nighto.net/baixando-musicas-da-magnatune-em-lote/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 05:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[magnatune]]></category>
		<category><![CDATA[script]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que eu uso Ubuntu regularmente (o que irá fazer 3 anos agora em abril) uso como player de áudio o excelente Amarok. Já a algum tempo, ele é integrado a uma loja de músicas chamada Magnatune. A Magnatune é &#8230; <a href="http://nighto.net/baixando-musicas-da-magnatune-em-lote/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://he3.magnatune.com/genres/images/logo.gif" alt="Magnatune Logo" hspace="10" vspace="5" width="207" height="48" align="right" />Desde que eu uso <a href="http://ubuntu.com/">Ubuntu</a> regularmente (o que irá fazer 3 anos agora em abril) uso como player de áudio o excelente <a href="http://amarok.kde.org/">Amarok</a>. Já a algum tempo, ele é integrado a uma loja de músicas chamada <a href="http://magnatune.com/">Magnatune</a>.</p>
<p>A <a href="http://magnatune.com/">Magnatune</a> é uma loja de músicas que tem como lema <q><em>We are not evil</em></q>. Lá, você pode ouvir as músicas em alta qualidade antes de comprar os discos, que podem ser enviados pelo correio ou baixados diretamente em <acronym title="Free Lossless Audio Codec"><acronym title="Free Lossless Audio Codec">FLAC</acronym></acronym>, OGG, MP3, WAV, <acronym title="Advanced Audio Coding">AAC</acronym> ou WMA, tudo sem <acronym title="Digital Rights Management">DRM</acronym>, pagando o preço que bem entender (a partir de $5), e ainda, segundo eles, pagando uma proporção justa aos artistas. Pois bem. Ocorre que eu geralmente não ouço as músicas no meu computador, e sim no meu N95. Daí precisava de uma forma de baixar as músicas rapidamente, para poder ouvi-las por aí.</p>
<p>Além de serem disponibilizadas comercialmente, as músicas são também paralelamente compartilhadas em MP3 128kbps com uma mensagem no final convidando o ouvinte a visitar o site sob uma disponibilização Creative Commons.</p>
<p>Cada página de álbum tem, no fim, um link para uma playlist <acronym title="XML Shareable Playlist Format">XSPF</acronym> como alternativa ao player de flash.</p>
<p>Para baixar todas as músicas de um determinado álbum, de uma vez, só fazer assim num terminal:</p>
<p><kbd>wget -q -O - <em>link da playlist</em> | sed -e '/annotation/d' -e '/playlist/d' -e '/track/d' -e '/encoding/d' -e 's/&lt;\/*location&gt;//g' | xargs wget -c</kbd></p>
<p>Por exemplo:</p>
<p><kbd>wget -q -O - http://magnatune.com/artists/albums/beatunder-intro/hifi.xspf | sed -e '/annotation/d' -e '/playlist/d' -e '/track/d' -e '/encoding/d' -e 's/&lt;\/*location&gt;//g' | xargs wget -c<br />
</kbd></p>
<p>Aproveite <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
<strong>Edit</strong>.: Adicionei um &#8220;-c&#8221; no wget, para resumir automaticamente caso já tenha baixado alguma parte do arquivo e tenha parado no meio por qualquer motivo.</p>
<p><strong>Edit 2:</strong> Notei que músicas com uma aspa simples (como &#8220;don’t&#8221;) no nome do arquivo não são baixadas. Alguma idéia de como resolver?</p>
<p>P.S.: Mesmo que o post nerd te assuste, reserve um tempinho para passar lá e conferir as músicas mais populares, tem muita coisa interessante.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.manifestdensity.net/2007/02/07/only_wolfson_will_appreciate_t/">Manifest Density </a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Minhas impressões sobre o Campus Party</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 18:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[campus party 2008]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei bem como começar a falar sobre o evento. Citando o cineasta Marquês de Casanova (!), uma das figuras mais caricatas que apareceram no evento, o Campus Party representa hoje o que foi a Semana de Arte Moderna em &#8230; <a href="http://nighto.net/minhas-impressoes-sobre-o-campus-party/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<p>Não sei bem como começar a falar sobre o evento. Citando o cineasta <a href="http://flickr.com/photos/maggiar/">Marquês de Casanova</a> (!), uma das figuras mais caricatas que apareceram no evento, <q>o <a href="http://www.campusparty.com.br/">Campus Party</a> representa hoje o que foi a Semana de Arte Moderna em 1922</q> (!!!). Exageros à parte, vamos ao que foi o evento, que ocorreu de 11 a 17 de fevereiro de 2008 no prédio da Bienal no Parque do Ibirapuera, São Paulo.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/nighto/2263515768/in/set-72157603867472772/"><img class="alignright" style="float: right; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" src="http://nighto.net/wordpress/wp-content/uploads/2008/05/fazendo-programa-no-uol-197x300.png" alt="Fazendo programa na fila" hspace="10" align="right" /></a></p>
<p>No começo, espera de 2 horas na fila (tive sorte, teve gente que ficou até 6h sob o sol), devido à organização dos crachás ter sido feita exatamente como a espanhola &#8211; em ordem alfabética do primeiro sobrenome. Para mim até que isso não é um problema, mas veja por exemplo o nome do meu irmão &#8211; João Pedro de Araújo Pereira &#8211; aonde ele está? na letra <em>A</em>, <em>P</em> ou mesmo <em>D</em>? Vendo que não ia funcionar dessa forma, resolveram organizar, manualmente, por ordem dos <em>nicknames</em>. Lá fui eu, então, para o N (de <em>Nighto</em>, ora pois). E quem não lembrava seu <em>nick</em>? Para completar, o sistema de cadastro não foi configurado para ser exclusivo, isto é, era permitido que houvesse mais de uma pessoa com o mesmo <em>nick</em> (Será que tinha algum clone meu lá? Espero que não). Em suma, foi <em>bem complicado </em>entrar no evento, esta foi a maior falha (talvez a única, diga-se de passagem), algo que os organizadores humildemente pediriam desculpas ao fim do evento.</p>
<p>Logo após, indo ao balcão destinado a pendências como o meu caso, que não pude pagar a alimentação (R$ 100 por café da manhã, almoço e jantar) antes, mas gostaria de fazê-lo naquele momento (como era dito que seria possível na página do evento), fui surpreendido, naquele momento e nos dias seguintes, de que não haveria esta possibilidade. Como o preço das comidas “avulsas” estava levemente inflacionado &#8211; R$ 10 por um sanduíche ou cachorro-quente com refrigerante, ou R$ 7 por uma bola de <a href="http://flickr.com/photos/nighto/2261846812/in/set-72157603867472772"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2351/2261846812_6a2d62c931_m.jpg" alt="Lasanha no microondas do estande da CCE no Campus Party" hspace="10" vspace="5" width="240" height="180" align="left" /></a>sorvete (ainda que Häagen-Dazs) &#8211; dirigi-me ao supermercado mais próximo, que ainda que tivesse preços levemente maiores do que o normal (já que o Parque do Ibirapuera, onde se realizou o evento, encontra-se numa das áreas nobres de São Paulo) e comprei lá minha alimentação. Já que não tinha geladeira (mas tinha microondas no estande da <a href="http://www.cce.com.br/">CCE</a>, uma ótima iniciativa diga-se de passagem), voltei ao evento com um carregamento de <em>junkfood</em>. Certamente isto, aliado ao forte ar condicionado do prédio da Bienal, foram os causadores da gripe que peguei na quarta. Mas voltando.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/nighto/2263656362/in/set-72157603867472772/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2411/2263656362_3b172e84e1_m.jpg" alt="Touro mecânico da Hackerteen" hspace="10" vspace="5" width="240" height="180" align="right" /></a>O evento estava dividido em duas partes. A primeira, no primeiro andar, aberta ao público em geral, tinha estandes de <a href="http://www.campus-party.com.br/index.php3?SEC=125&amp;action=HOME&amp;checksum=d82f02ca8cad8613005f117f5871cca4">empresas</a> em geral bem interessantes, por exemplo a RedBull com um simulador de corrida stock car, a TAM com Nintendo Wii freeplay e a 4Linux/HackerTeen com um touro mecânico &#8211; quem ficasse mais tempo ganharia cursos das empresas. <a title="Barracas em cima, barracas em baixo. Computadores no meio." href="http://flickr.com/photos/nighto/2266411491/in/set-72157603867472772/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2388/2266411491_c377457489_m.jpg" alt="Barracas em cima, barracas em baixo. Computadores no meio." hspace="10" vspace="5" width="180" height="240" align="left" /></a>Já o segundo e terceiro andares, restrita aos 3.300 <em>campuseiros</em> que pagaram R$ 100 para passar a semana no evento, contava com palestras e minicursos das mais diversas áreas, 900 barracas para os 1.800 que escolheram dormir lá e, não menos importante, bancadas e mais bancadas com cabos de rede que davam acesso à conexão de 5.5Gbps.</p>
<p>Ao total, entre os campuseiros, organização e imprensa, o evento em si teve 5.500 pessoas. A cobertura da imprensa, com <a title="Radar Cultura no Campus Party" href="http://www.radarcultura.com.br/campusparty">notáveis</a> <a title="IDG Now! no Campus Party" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/campus-party/">exceções</a>, foi fraca (apesar de constante) explorando muito mais as falhas e o lado <em>freak</em> dos nerds presentes do que as coisas boas. Temos um belo exemplo <a href="http://flickr.com/photos/nighto/2274778482/in/set-72157603867472772/">aqui</a>. Aliás, compartilho a opinião com alguns blogueiros de que o “aquário” da imprensa &#8211; área destinada aos jornalistas foi um erro &#8211; Jornalista mesmo, com maiúscula, sentaria junto dos blogueiros para enviar suas matérias, como alguns fizeram. Este <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2610">texto do Observatório do Direito à Comunicação</a> resume bem a questão.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2002/2264859869_aedd352685_m.jpg" alt="Jacaré Banguela de dinossauro no aquário dos jornalistas" hspace="10" vspace="5" width="240" height="180" align="right" />Aliás, dentre os blogueiros, ou melhor, em seus debates e palestras organizadas, o assunto não fugiu muito da (sempre ela!) monetização e da rixinha entre blogueiros e jornalistas. Acho meio piegas (e posso falar pois <a title="Quer saber?" href="http://web.archive.org/web/20070809112302/http://quersaber.net/">eu mesmo já fiz</a>) blogs com 2, 3 comentários terem 4 tarjas do Google Adsense, completamente desnecessário. Por um outro lado, apesar de algumas brincadeiras muito boas (como o <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/02/14/campus-party-dinossauro-invade-aquario-dos-jornalistas/">Jacaré Banguela vestido de dinossauro e dando uma sacanaeada com os jornalistas</a>, e os adesivos de dinossauro colados na parede do aquário), o debate não passou muito disso. Ao contrário da atividade intensa no twitter, flickr e nos próprios blogs, como mostrou o <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/campuspartybr2008">Livestream</a> do blogblogs.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/nighto/2276657531/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2373/2276657531_9da74e3d67_m.jpg" alt="Crachá do Nighto no Campus Party" hspace="10" vspace="5" width="180" height="240" align="left" /></a>Viver lá por 7 dias na <em>Nerdstock</em> foi, em suma, uma experiência memorável. Não (tanto) pela <a href="http://flickr.com/photos/nighto/2257739559/in/set-72157603867472772/">conexão</a> <a href="http://flickr.com/photos/nighto/2259583302/in/set-72157603867472772/">ultra</a>-<a href="http://flickr.com/photos/nighto/2261276727/in/set-72157603867472772/">rápida</a>, mas certamente pelas palestras, cursos, festas, por conhecer blogueiros que eu acompanho há tempos via feed (nem cito nomes pois a lista seria muito extensa); em suma fazer amigos (as <a href="http://marianerdeira.blog.br/">marias nerdeiras</a> <a title="Menina que Joga" href="http://meninaquejoga.com/">meninaquejoga</a>, <a href="http://raquelcamargo.com/">raquelcamargo</a>, <a href="http://s1mone.net/">s1mone</a> e tantos outros sem-link).</p>
<p>É isso. Enquanto estive lá, tirei muitas fotos &#8211; mais de 500 &#8211; que estão no <a title="flickr do nighto" href="http://flickr.com/photos/nighto/sets/72157603867472772/">meu flickr</a> (Se preferir, pode também <a title="set de fotos do Campus Party em slide-show" href="http://flickr.com/photos/nighto/sets/72157603867472772/show/">ver em slide-show</a>). Resolvi também experimentar o <a href="http://twitter.com/">twitter</a>, e acabei descobrindo que é uma ferramenta fascinante. Veja <span style="text-decoration: line-through;">meus posts</span> minhas <em>twittadas</em> <a title="twitter do nighto" href="http://twitter.com/nighto">aqui</a>.</p>
<p>Encerro aqui com alguns números do Campus Party, que peguei (e remixei) do <a title="Campus Party em números" href="http://www.radarcultura.com.br/node/8597">Radar Cultura</a>:</p>
<ul>
<li><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/campus-party/archive/2008/02/14/campuseiros-baixam-24-tb--de-dados-por-dia/">24 <abbr title="terabytes"><acronym title="Terabyte">TB</acronym></abbr> de download por dia</a>!</li>
<li>3.300 participantes (campuseiros)</li>
<li>5.500 pessoas credenciadas, entre participantes, parceiros, expositores, produção e imprensa</li>
<li>1.800 acampados</li>
<li>Público circulante estimado: 50 mil pessoas</li>
<li>Campuseiros de 18 países</li>
<li>77% homens e 23% de mulheres</li>
<li>23 anos foi a idade média dos campuseiros</li>
<li>500 jornalistas credenciados</li>
<li>20.400 refeições</li>
<li>2.800 computadores</li>
<li>O tráfego da rede foi composto por 70% de uploads e 30% de downloads</li>
<li>25 km de cabo de rede de Internet</li>
<li>26 km de cabo de rede elétrica</li>
<li>9 km de fibra ótica</li>
<li>14 km de cabo de vidro</li>
<li>4 mil tomadas</li>
<li>Mais de 3 mil pessoas trabalhando</li>
<li>750 mil volts, o equivalente a uma pequena cidade</li>
<li>18.500 posts em blogs, twitter, youtube e flickr mapeados pelo <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/campuspartybr2008">livestream</a></li>
<li>Seminário Nacional de Inclusão Digital: Carta do Ibirapuera sai às 18h de sábado</li>
<li>800 professores capacitados pelo projeto Escola Conectada</li>
<li>Segurança interna de mais de 100 agentes</li>
<li>Mais de 300 oficinas</li>
<li>200 mil visitas online ao site oficial</li>
<li>130 mil visitas online ao blog oficial</li>
</ul>
<p style="margin-left: 40px;"><strong>Participação por área:</strong></p>
<ul>
<li>Software Livre &#8211; 23%</li>
<li>Games &#8211; 16%</li>
<li>Desenvolvimento &#8211; 15,5%</li>
<li>Música  &#8211; 11%</li>
<li>Criatividade &#8211; 9%</li>
<li>Robótica &#8211; 7%</li>
<li>Blog  &#8211; 6,5%</li>
<li>Modding &#8211; 5%</li>
<li>Simulação &#8211; 4%</li>
<li>Astronomia &#8211; 3%</li>
</ul>
<p>Que venha o Campus Party 2009!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acessando o Nokia 6101 no Linux</title>
		<link>http://nighto.net/acessando-o-nokia-6101-no-linux/</link>
		<comments>http://nighto.net/acessando-o-nokia-6101-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 06:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[6101]]></category>
		<category><![CDATA[nokia]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nighto.net/wordpress/?p=3</guid>
		<description><![CDATA[Hoje peguei um Nokia 6101, e cismei de conectá-lo ao meu computador Diferentemente do meu antigo Motorola V190, o Nokia 6101 não possui conector miniUSB padrão, e sim o feio bobo proprietário DKU-50. Assim sendo, peguei no Camelódromo da Uruguaiana &#8230; <a href="http://nighto.net/acessando-o-nokia-6101-no-linux/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje peguei um Nokia 6101, e cismei de conectá-lo ao meu computador <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Diferentemente do meu antigo Motorola V190, o Nokia 6101 não possui conector miniUSB padrão, e sim o <del>feio</del> <del>bobo</del> proprietário DKU-50. Assim sendo, peguei <del>no Camelódromo da Uruguaiana</del> na loja um cabo para ligar o celular.</p>
<p>Naturalmente que o CDzinho que vem junto só contém drivers para <q>Win98SE/2000/ME/XP</q>. E agora, como ligar no meu Ubuntu Linux? Plugando o cabo, de cara, nada acontece. Abrindo um terminal e digitando <code>lsusb</code>, é possí­vel ver como o cabo foi detectado:</p>
<p><code>Bus 001 Device 003: ID 6547:0232</code></p>
<p>O comando <code>dmesg</code> traz informações mais úteis:</p>
<p><code>[14695.072000] ark3116 1-2:1.0: device disconnected<br />
[15751.732000] usb 1-2: new full speed <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym> device using uhci_hcd and address 3<br />
[15751.892000] usb 1-2: configuration #1 chosen from 1 choice<br />
[15752.044000] ark3116 1-2:1.0: ark3116 converter detected<br />
[15752.072000] usb 1-2: ark3116 converter now attached to ttyUSB0</code></p>
<p>Para poder “conversar” com o celular, usamos um programa chamado <code>gnokii</code>, e sua utilização é sobre linha de comando. Existe uma interface gráfica em desenvolvimento chamada <a href="http://freshmeat.net/projects/gnocky/">gnocky</a>, mas ela ainda não serve para transferir arquivos, então não a utilizei.</p>
<p>Pois bem, vamos verificar se o <code>gnokii</code> consegue detectar o telefone com <code>gnokii --identify</code>:</p>
<p><code>nighto@acerola:~$ <kbd>gnokii --identify</kbd><br />
GNOKII Version 0.6.19<br />
Cannot open logfile /home/nighto/.gnokii-errors<br />
WARNING: cannot open logfile, logs will be directed to stderr<br />
IMEI         : XXXXXX<br />
Manufacturer : Nokia<br />
Model        : RM-76<br />
Product name : RM-76<br />
Revision     : V 04.90</code></p>
<p>Como o <abbr title="International Mobile Equipment Identity" lang="en">IMEI</abbr> (que naturalmente rasurei no código acima) batia com o do meu telefone, sabia que estava indo pelo caminho correto. Então, listei os arquivos do celular com <code>gnokii --getfilelist 'A:\*'</code>:</p>
<p><code>nighto@acerola:~$ gnokii --getfilelist 'A:\*'<br />
GNOKII Version 0.6.19<br />
Cannot open logfile /home/nighto/.gnokii-errors<br />
WARNING: cannot open logfile, logs will be directed to stderr<br />
Filelist for path A:\*:<br />
predefgallery<br />
predefomadm<br />
predefjava<br />
predefhiddenfolder<br />
predefmenuapps<br />
serviceapplication<br />
predefinfofolder<br />
User Content Package i_oibr<br />
predefmessages<br />
predeftemp<br />
predeffiledownload<br />
<acronym title="HyperText Transfer Protocol">HTTP</acronym><br />
predefsyncml<br />
predefcalendar<br />
FIM_fixed_id<br />
FIM_perm_id</code></p>
<p>Listando os arquivos da pasta “predefgallery”, com <code>gnokii --getfilelist 'A:\predefgallery\*'</code>:</p>
<p><code>nighto@acerola:~$ gnokii --getfilelist 'A:\predefgallery\*'<br />
GNOKII Version 0.6.19<br />
Cannot open logfile /home/nighto/.gnokii-errors<br />
WARNING: cannot open logfile, logs will be directed to stderr<br />
Filelist for path A:\predefgallery\*:<br />
predeftones<br />
predefgraphics<br />
predefthemes<br />
predefthemeactive<br />
predefphotos<br />
predefvideos<br />
predefrecordings<br />
predefreceived<br />
predefthemepreview</code></p>
<p>Bom, a pasta que me interessava era a de fotos, então: <code>gnokii --getfilelist 'A:\predefgallery\predefphotos\*'</code>:</p>
<p><code>nighto@acerola:~$ gnokii --getfilelist 'A:\predefgallery\predefphotos\*'<br />
GNOKII Version 0.6.19<br />
Cannot open logfile /home/nighto/.gnokii-errors<br />
WARNING: cannot open logfile, logs will be directed to stderr<br />
Filelist for path A:\predefgallery\predefphotos\*:<br />
Junior.jpg<br />
Imag019.jpg<br />
Imag020.jpg</code></p>
<p>E, finalmente, com <code>gnokii --getallfiles 'A:\predefgallery\predefphotos\*'</code> todas as fotos foram copiadas para a pasta atual, no caso, <code>/home/nighto</code> <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  /&gt;</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usando rsync</title>
		<link>http://nighto.net/usando-rsync/</link>
		<comments>http://nighto.net/usando-rsync/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2007 20:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[rsync]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Rsync é uma ferramenta de cópia de arquivos que eu sempre quis saber usar e, hoje, depois de tomar vergonha na cara ler o manual por cinco minutinhos aprendi como usá-la. Para quem não conhece, rsync é um programa de &#8230; <a href="http://nighto.net/usando-rsync/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rsync é uma ferramenta de cópia de arquivos que eu sempre quis saber usar e, hoje, depois de <del>tomar vergonha na cara</del> ler o manual por cinco minutinhos aprendi como usá-la. <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Para quem não conhece, <kbd>rsync</kbd> é um programa de *nix (<acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym>/Linux, BSD, MacOS, blablabla, sistemas de verdade) que basicamente copia arquivos de um lugar para outro (por exemplo, fazer backup dos seus arquivos automaticamente para um servidor remoto), mas ao contrário do <kbd>scp</kbd>, o <kbd>rsync</kbd> verifica quais arquivos já foram copiados e os pula, copiando só a parte que falta. Uma mão na roda. Porém, a sintaxe do <kbd>rsync</kbd> não é tão <em>straight-forward</em> (qual a melhor tradução pra essa expressão? óbvia ou intuitiva?) quanto a do <kbd>scp</kbd>:</p>
<p><kbd>scp arquivo usuario@maquina:pasta</kbd></p>
<p>Por exemplo, se eu quero copiar todos os arquivos da pasta <kbd>culturadigital</kbd> para o meu servidor, eu poderia fazê-lo com:</p>
<p><kbd>scp -r culturadigital nighto.net:~</kbd></p>
<p>O problema disso é que o scp muito marotamente copiava os arquivos todos de novo, o que obviamente não é a solução mais eficiente, e eu acabava copiando o arquivo que eu queria <em>na mão</em>. Só que hoje eram muitos arquivos, por isso resolvi ler o <em>man</em> e ser feliz.</p>
<p>Assim sendo, a solução:</p>
<p><kbd>rsync -Prvz --rsh=ssh arquivo usuario@maquina:pasta</kbd></p>
<p>Sendo basicamente <kbd>-P</kbd> para exibir o progresso de cada arquivo (tamanho subido, porcentagem, velocidade, tempo restante), <kbd>-r</kbd> para cópia recursiva (copiar subdiretórios), <kbd>-v</kbd> de verbose (para ver melhor o que está acontecendo, como eu estou aprendendo a usar o programa, gosto de entender o que ele faz) e o <kbd>-z</kbd> para transferir os dados compactados em gzip (ou seja, para ir mais rápido <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ). Esse <kbde>&#8211;rsh=ssh</kbd> serve para dizer que é para conectar à máquina remota via ssh (ou seja, do mesmo jeito que o scp faz). Daí pra frente é igual ao scp. Note que com exceção do <kbd>--rsh=ssh</kbd>, nenhuma das outras flags é necessária.</p>
<p>Fica aí­ então a dica para todos (inclusive para mim quando eu precisar relembrar) <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nighto.net/usando-rsync/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Diarinho, LMMS e Músicas</title>
		<link>http://nighto.net/diarinho-lmms-e-musicas/</link>
		<comments>http://nighto.net/diarinho-lmms-e-musicas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 03:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio livre]]></category>
		<category><![CDATA[lmms]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nighto.net/?p=4</guid>
		<description><![CDATA[Eu não gosto da idéia de blog como diarinho, mas não tô com inspiração de escrever nada de interessante. Ontem tive o celular roubado… belo presente de natal. Meu passatempo, ao longo desses dias, tem sido escrever no Estúdio Livre &#8230; <a href="http://nighto.net/diarinho-lmms-e-musicas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não gosto da idéia de blog como diarinho, mas não tô com inspiração de escrever nada de interessante.</p>
<p>Ontem tive o celular roubado… belo presente de natal.</p>
<p>Meu passatempo, ao longo desses dias, tem sido escrever no <a title="Estúdio Livre" href="http://www.estudiolivre.org/">Estúdio Livre</a> o guia do <a title="LMMS no Estúdio Livre" href="http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=lmms"><abbr title="Linux MultiMedia Studio" lang="en">LMMS</abbr></a>, um programa de produção de áudio em <acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym>/Linux. se acharem interessante, dêem uma olhada lá.</p>
<p>Fiz com ele duas musiquinhas, se gostarem do gênero e quiserem ouvir… <a title="Rave Demo no Estúdio Livre" href="http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=3105">Rave Demo</a> e <a title="Techno no Estúdio Livre" href="http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=3117">Techno</a>. Não, eu não sou criativo com nomes de músicas…</p>
<p>É isso por ora… até a próxima, quando meu humor estiver melhor =/</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nighto.net/diarinho-lmms-e-musicas/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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		<title>Usando SSH para acessar seu servidor</title>
		<link>http://nighto.net/usando-ssh-para-acessar-seu-servidor/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Nov 2006 06:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[howto]]></category>
		<category><![CDATA[ssh]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de Windows Vista (!), parece absurdo para a maioria das pessoas usar um terminal e digitar comandos como se fazia anos atrás, na época do DOS. O fato é que para muitas tarefas usar o terminal pode ser &#8230; <a href="http://nighto.net/usando-ssh-para-acessar-seu-servidor/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de Windows Vista (!), parece absurdo para a maioria das pessoas usar um terminal e digitar comandos como se fazia anos atrás, na época do <acronym title="Disk Operating System">DOS</acronym>. O fato é que para muitas tarefas usar o terminal pode ser mais rápido (quiçá mais fácil) que dar vários cliques aqui e ali. No Windows, há o command.com, que é bastante limitado em comparação com o shell do Linux, mas também pode ser utilizado para várias tarefas.</p>
<p>A coisa fica mais crítica no caso de um servidor, na instalação de um programa novo, como um fórum, por exemplo. Porque baixar tudo para o seu computador, descompactar, editar vários arquivos de configuração e subir tudo via ftp (que é lento com muitos arquivos pequenos, porque abre e fecha uma conexão para <em>cada</em> arquivo), se você pode fazer isso tudo diretamente do seu servidor?</p>
<p>Escrevi um post no fórum dos usuários brasileiros da DreamHost, mas achei que ele estava bom o suficiente para ser (re?)blogado aqui. Ei-lo:]</p>
<hr /><strong>Como usar o shell (terminal em modo texto)</strong></p>
<p>O shell, ou terminal em modo texto, é um acesso remoto ao servidor que você tem acesso. Em outras palavras, é como se você digitasse os comandos no teclado do computador que você está acessando e não no seu. Isto é útil em várias situações &#8211; por exemplo, <a href="http://dreamhost-brasil.com/showthread.php?p=59#post59" target="_blank">neste tutorial</a>, porque baixar o arquivo para o seu computador, descompactar e subir arquivo por arquivo se você pode baixar direto no seu servidor? As aplicações possíveis são inúmeras.</p>
<p>Mas enfim, mãos à massa!</p>
<p>Em primeiro lugar, o computador que você compartilha com outros usuários na dreamhost roda <acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym>/Linux. Se você não está acostumado com este sistema, eu recomendo que experimente antes em sua própria máquina, rodando um live-cd como o <a href="http://www.ubuntulinux.org/">Ubuntu</a> ou o <a href="http://www.kurumin.com.br/">Kurumin</a>. Um live-cd é uma imagem <acronym title="International Organization for Standardization">ISO</acronym> (imagem de <acronym title="Compact Disc">CD</acronym>) que você gravará num <acronym title="Compact Disc">CD</acronym>-R (é melhor não usar <acronym title="Compact Disc">CD</acronym>-RW por questões técnicas) que roda o Linux no seu computador como se você tivesse instalado &#8211; basta dar boot por ele, como o <acronym title="Compact Disc">CD</acronym> da instalação do windows.<br />
Se você já usou o terminal do windows, provavelmente deve estar acostumado com digitar comandos para um computador, ao invés de clicar aqui e ali. Existem inúmeros guias de shell pela internet, mas poderia inumerar rapidamente alguns pontos chave:</p>
<p>1. O shell do linux é (muito) mais poderoso que o command.com do windows &#8211; o DOS foi originalmente criado “capando” o UNIX original;<br />
2. Alguns comandos mudam de nome, dentre eles:<br />
2.1. dir &#8211; ls<br />
2.2. copy &#8211; cp<br />
2.3. move &#8211; mv<br />
2.4. del &#8211; rm<br />
2.5. cd.. &#8211; cd ..</p>
<p>Então, vamos nessa!</p>
<p>Se você seguiu o meu conselho e testou os comandos num live cd antes de usar o shell, conseguirá se conectar com o servidor abrindo um terminal no seu computador (no ubuntu Aplicações &gt; Acessórios &gt; Terminal, ou alt-f2 &gt; xterm) e digitando:</p>
<p><kbd>ssh usuario@servidor.dreamhost.com</kbd><br />
ou<br />
<kbd>ssh usuario@site.com</kbd></p>
<p>Como curiosidade: <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym> significa Secure SHell. é extremamente importante usá-lo em lugar do telnet, já que neste último seus dados trafegam de forma não-segura pela rede.</p>
<p>A diferença dos dois comandos é que o segundo geralmente seria um usuário secundário da conta que usaria (por exemplo se você revender o plano), porque o shell estaria “preso” àquele site específico.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<p><kbd>ssh nighto@sunnyd.dreamhost.com</kbd></p>
<p>neste momento o cliente ssh perguntará se você deseja adicionar esta máquina na sua lista de máquinas confiáveis, diga que sim, e perguntará a sua senha. e então, você está conectado.<br />
Com isso você já pode digitar comandos na sua máquina remota. por exemplo, seguindo o tutorial que eu linkei acima, eu poderia por exemplo:</p>
<p><kbd>ls</kbd> &lt;- lista os arquivos da pasta<br />
<kbd>cd nighto.net</kbd> &lt;- entra no diretório nighto.net<br />
<kbd>wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/phpsysinfo/phpsysinfo-2.5.2-rc3.tar.gz"></kbd>&lt;- baixa esse arquivo<br />
<kbd>tar -xzvf phpsysinfo-2.5.2-rc3.tar.gz</kbd> &lt;- descompacta o arquivo baixado<br />
<kbd>rm phpsysinfo-2.5.2-rc3.tar.gz</kbd> &lt;- apaga o arquivo compactado<br />
<kbd>cd phpsysinfo</kbd> &lt;- entra na pasta<br />
<kbd>mv config.php.new config.php</kbd> &lt;- renomeia o arquivo<br />
<kbd>nano config.php</kbd> &lt;- edita o arquivo<br />
[aperte ctrl-w para localizar texto, ctrl-o salva... tem os atalhos na tela]<br />
<kbd>nano includes/os/class.parseProgs.inc.php</kbd><br />
[mesma coisa]</p>
<p>(dica: assim como no mIRC (para citar um programa de Windows que tem comportamento semelhante) para copiar basta selecionar um texto com o mouse, para colar basta clicar com o botão do meio (usualmente o scroll ou o botão direito e esquerdo simultaneamente). note que isto não substitui o ctrl-c-ctrl-v, então na prática você tem duas áreas de cópia&#8230; interessante, não? <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>… e voilà, fizemos rapidamente o que provavelmente demoraria muito mais tempo se tivéssemos de baixar o arquivo, editar no bloco de notas etc etc.</p>
<p>Existem outras possibilidades, por exemplo se você quiser copiar um arquivo diretamente da sua máquina para o servidor sem ter de abrir <acronym title="File Transfer Protocol">FTP</acronym> ou <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym>, poderia copiar um simples comando como:</p>
<p><kbd>scp arquivo usuario@maquina.dreamhost.com:~/arquivo</kbd></p>
<p>ou, do <acronym title="Secure Shell">SSH</acronym>, copiar um arquivo da sua máquina</p>
<p><kbd>scp usuario@ip.da.sua.maquina:~/arquivo .</kbd> (note o ponto no final)</p>
<p>(para isso, você tem de instalar um servidor de shell no seu linux antes; isso pode ser feito facilmente com um <kbd>sudo apt-get install openssh-server</kbd> ou com o sistema de instalação da sua distro favorita)</p>
<p>… ok mas eu fui preguiçoso e não baixei o linux coisa nenhuma, quero continuar usando Windows!<br />
Certo, para isso você precisará baixar (mais) um programa para acessar computadores via ssh. Para windows, um bom é o PuTTY, para encontrá-lo, googleie.</p>
<p>Espero que tenha ajudado <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
<hr />
<p>existem possibilidades ainda mais interessantes, como por exemplo deixar baixando no servidor aquele torrent com pouquíssimos seeds que tá demorando um século pra baixar na sua máquina, e depois baixar por download direto a velocidade máxima… as possibilidades ficam à cargo da mente criativa do leitor <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Conversor de tudo pra DVD &#8211; FFmpeg</title>
		<link>http://nighto.net/conversor-de-tudo-pra-dvd-ffmpeg/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2006 07:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[conversão]]></category>
		<category><![CDATA[dvd]]></category>
		<category><![CDATA[ffmpeg]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[wmv]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu pai chegou com 4 CDs lotados de .wmv querendo ver no DVD, naturalmente não conseguiu, e pediu que eu gravasse DVDs com aqueles vídeos. O único caminho que eu conhecia era: ffmpeg -i arquivo.wmv -target ntsc-dvd arquivo.mpg que funciona &#8230; <a href="http://nighto.net/conversor-de-tudo-pra-dvd-ffmpeg/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu pai chegou com 4 CDs lotados de .wmv querendo ver no <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, naturalmente não conseguiu, e pediu que eu gravasse DVDs com aqueles vídeos. O único caminho que eu conhecia era:</p>
<p><kbd>ffmpeg -i arquivo.wmv -target ntsc-dvd arquivo.mpg</kbd></p>
<p>que funciona muito bem para um arquivo ou dois, mas fazer isso com 50 arquivos na linha de comando seria insano. Depois de coçar a cabecinha e mais uns 15 minutos, nasceu o script para nautilus converte-pra-dvd <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A instalação é muito simples. Primeiro, copie o código do script (selecionando e dando Ctrl-C, oras):</p>
<p><code>#!/bin/bash<br />
#<br />
# converte-pra-dvd<br />
# by nighto<br />
# nighto.net / nighto at gmail dot com<br />
if zenity --question --title "Converter para <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>" --text "Você deseja converter o arquivo<br />
$*<br />
para MPG (ntsc-dvd)?"<br />
then<br />
ffmpeg -i "$*" -target ntsc-dvd "$*".mpg<br />
zenity --info --title "Converter para <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>" --text "A conversão do arquivo $* foi completa com sucesso!"<br />
exit 0<br />
else<br />
ffmpeg --error --title "Converter para <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>" --text "Não foi possível converter o arquivo com o ffmpeg. O<br />
arquivo tem extensão com 3 letras? Se não tiver, por favor renomeie-o."<br />
exit 1<br />
fi</code></p>
<p>Abra um editor de texto simples (Aplicações &gt; Acessórios &gt; Editor de texto), cole o script e salve na sua pasta pessoal com o nome de &#8220;converte-pra-dvd&#8221;, sem as aspas.</p>
<p>Agora basta abrir um terminal (Aplicações &gt; Acessórios &gt; Terminal), copiar e colar estes comandos:</p>
<p><code>sudo apt-get install ffmpeg<br />
mv ./converte-pra-dvd ~/.gnome2/nautilus-scripts<br />
chmod a+x ~/.gnome2/nautilus-scripts/converte-pra-dvd<br />
zenity --info --title "Converte pra <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>" --text "Script instalado! Para utilizar, basta clicar com o botão direito no arquivo, Scripts &gt; converte-pra-dvd e aguardar a conversão.\n\nDemora um bocado, mas quando acabar ele te avisará. Você pode monitorar a conversão pelo status do processador, com o Monitor do Sistema.\n\nPara instalá-lo, botão direito na barra do painel (a que tem os menus) &gt; Adicionar ao Painel &gt; Monitor do Sistema"</code></p>
<p>Sim, ainda está bem pobrinho, mas é o mais longe que as minhas habilidades shellísticas vão no momento, e resolveu os meus problemas.</p>
<p>Linux é <span style="text-decoration: line-through;">do caralho</span> duca.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Se alguém estiver interessado em me (re-)conhecer…</title>
		<link>http://nighto.net/se-alguem-estiver-interessado-em-me-re-conhecer%e2%80%a6/</link>
		<comments>http://nighto.net/se-alguem-estiver-interessado-em-me-re-conhecer%e2%80%a6/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Nov 2006 07:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nighto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[rms]]></category>
		<category><![CDATA[stallman]]></category>
		<category><![CDATA[unirio]]></category>

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		<description><![CDATA[… o da esquerda sou eu. Pra quem não conhece o cabeludo, chama-se Richard M. Stallman. Foi o criador do projeto GNU (GNU’s Not UNIX), uma das bases do GNU/Linux, e da GPL (GNU Public License), a licença jurídica que &#8230; <a href="http://nighto.net/se-alguem-estiver-interessado-em-me-re-conhecer%e2%80%a6/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/nighto/300544166/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/122/300544166_c17372545a.jpg?v=0" alt="Nighto e Richard Stallman" width="500" height="375" /></a><br />
… o da esquerda sou eu. <img src='http://nighto.net/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Pra quem não conhece o cabeludo, chama-se Richard M. Stallman. Foi o criador do projeto <acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym> (<acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym>’s Not UNIX), uma das bases do <acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym>/Linux, e da <acronym title="GNU General Public License">GPL</acronym> (<acronym title="GNU\'s Not Unix">GNU</acronym> Public License), a licença jurídica que tornou o software livre possível como o conhecemos hoje.</p>]]></content:encoded>
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