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Assim como o N95, o iPod Touch também não suporta reproduzir arquivos FLAC. Pesquisando se o iPod Touch lia algum formato sem perdas semelhante, encontrei o Apple Lossless Audio Codec. Embora proprietário (tal qual o MP3 ou o MP4-AAC) como a conversão é sem perdas é possível voltar ao arquivo FLAC original se desejado.

#!/bin/sh

echo ""
echo "flac2alac - script de conversão de áudio FLAC para ALAC"
echo "Este script usa o ffmpeg para conversão de áudio do tipo"
echo "FLAC (Free Lossless Audio Codec) para ALAC (Apple Lossless Audio Codec)."
echo "Por Arlindo \"Nighto\" Pereira"
echo ""

if [ "$1" ]
then
	ffmpeg  -i "$1" -acodec alac "`basename "$1" .flac`.m4a" \
		-metadata title=\""$(metaflac --show-tag=TITLE "$1" | sed 's/TITLE=//g')"\" \
		-metadata author=\""$(metaflac --show-tag=ARTIST "$1" | sed 's/ARTIST=//g')"\" \
		-metadata album=\""$(metaflac --show-tag=ALBUM "$1" | sed 's/ALBUM=//g')"\" \
		-metadata year=\""$(metaflac --show-tag=DATE "$1" | sed 's/DATE=//g')"\" \
		-metadata track=\""$(metaflac --show-tag=TRACKNUMBER "$1" | sed 's/TRACKNUMBER=/$
		-metadata genre=\""$(metaflac --show-tag=GENRE "$1" | sed 's/GENRE=//g')"\"
else
	echo "Entre com o nome do arquivo para converter:"
	echo "flac2alac arquivo.flac"
	echo ""
exit 1
fi

Assim como o flac2mp4, você pode converter vários arquivos num diretório com for i in *.flac; do flac2alac "$i"; done.

Fontes:

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Até as versões anteriores do Ubuntu utilizar um fone bluetooth no Ubuntu era complicado pois exigia a edição manual de arquivos de configuração. Anos atrás, escrevi sobre este assunto aquiaqui. Hoje, graças ao desenvolvimento do gerenciador bluetooth Blueman e o amadurecimento do servidor de áudio PulseAudio a configuração é bem simples.

Primeiro, instale o pacote blueman. Depois, abra-o indo em Sistema > Preferências > Bluetooth. Coloque o fone no modo de pareamento e clique em Pesquisar. Ao parear o dispositivo, clique com o botão direito nele e em Ligar serviço A2DP.

Agora é preciso rotear o som para o fone. Isso porque o PulseAudio permite que você defina quais programas tem quais saídas de som – o que abre algumas possibilidades interessantes, como escutar música num fone bluetooth enquanto outra pessoa assiste um filme com fones com fio, por exemplo. Parando de enrolar – instale o pacote padevchooser e o abra indo em Aplicativos > Multimídia > PulseAudio Device Chooser. Um ícone de plug de fone de ouvido abrirá do lado do relógio. Clique nele e em Volume Control. Você verá os aplicativos que tem saída de som – players de música e vídeo, plugin do Flash etc. Para cada item haverá uma seleção em dropdown onde você poderá alternar entre a sua placa de som interna e o seu fone bluetooth (ou qualquer outro cliente conectado ao servidor, como uma placa de som externa USB, fone de ouvido USB, um segundo fone bluetooth etc).

Para terminar, clique com o botão direito no fone bluetooth e em Confiável. Com isso, as conexões feitas do fone bluetooth para o computador serão feitas automaticamente – o fone bluetooth se conecta quando ligado ao último dispositivo utilizado – e a música será roteada da placa interna para o fone de forma automática. O mesmo acontece se você se mover fora do alcance da piconet – ao retornar para perto do computador, a conexão será restabelecida automagicamente.

Para terminar, este post nasceu ao som de Daft Punk – Alive 2007. ;)

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Uma dica rápida. Frustrado por copiar arquivos grandes entre partições do disco sem poder ter uma ideia de quanto tempo falta para acabar? Seus problemas se acabaram! Basta substituir seu cp pelo rsync, com um único comando:

echo "alias cp='rsync -v --progress'" >> .bashrc

Para aplicar as alterações basta logar novamente ou recarregar o arquivo de configurações com source ~/.bashrc.

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Como muitas pessoas, meu computador fica ligado 24 horas por dia para baixar arquivos da internet, principalmente via BitTorrent. Com o crescimento das mídias – principalmente agora que filmes e séries de TV em alta definição já são norma -, é necessário usar (mais de) um HD de alta capacidade. Além disso, ficar preso a um HD externo USB num notebook é um fator que limita a movimentação. Por estes motivos, resolvi montar um servidor de arquivos.

Antes porém, uma contextualização necessária. Desde que tenho mais de um computador na casa, compartilho os arquivos com os outros computadores através de um servidor SSH. O problema desta solução é que isso é um desperdício de energia tremendo! Para ter uma ideia, meu computador antigo tinha como processador um AMD Phenom X4 9500+. Uma bela máquina, bastante rápida, mas que consumia (o processador sozinho, sem considerar os outros componentes como placa-mãe, memória RAM etc.) 95W. Isso é mais que uma lâmpada incandescente – ligada à toa 24 horas por dia, 7 dias por semana. Depois, o troquei por um notebook com um Core 2 Duo T5800 que consome menos da metade – 35W – mas que me deixa preso à mesa – não posso tuitar cagando ter liberdade de movimentação com 3 HDs pendurados em 3 portas USB. Por fim, para ter alguma liberdade de movimento, acabei deixando os downloads sendo feitos na máquina do meu irmão, um Athlon X2 3000+, ligando os HDs de dados somente quando queria acessar algum dado. Definitivamente, solução longe do ideal.

Para resolver estes problemas, resolvi montar uma máquina para ser servidora de arquivos, com os componentes mais econômicos energética e monetariamente quanto possível à venda no mercado nacional. Vejamos a configuração:

  1. Placa-mãe Phitronics PC3000E+ com processador VIA C7-D 1.6 GHz (20W de TDP) – R$ 160
    Produzida pela Phitronics, uma marca da ECS/PC Chips de placas fabricadas no Brasil, bastante econômica (veja o tamanho do cooler do processador! Parece um 486 :) ). Conta ainda com um slot PCI Express, o que é bastante interessante pois possibilitará uma futura transformação num HTPC. Infelizmente só tem 2 portas SATA, mas isto pode ser corrigido com uma controladora SATA PCI que já está vindo do DealExtreme ;) ;
  2. Fonte Zalman ZM360B-APS – R$ 215
    Tão importante quanto a fonte ser “real”, é a eficiência energética dela e a qualidade dos seus componentes. Essa fonte foi escolhida por ter duas características: ser da categoria 80 Plus, o que indica que sua eficiência energética é igual ou maior que 80%, o que trará uma economia a médio prazo na conta de luz, e ter PFC Ativo, o que significa que faz a transformação de voltagens para o computador de forma mais contínua, o que prolonga a vida útil dos componentes. Uma explicação bem completa sobre PFC pode ser encontrada no fórum Clube do Hardware;
  3. Gabinete VCOM RJAC-8805 sem fonte – R$ 45
    O mais barato que consegui encontrar. Infelizmente um gabinete HTPC bacanudo ficou para a próxima. As outras peças que eu já tinha:
  4. 1GB de memória RAM Kingston KVR800D2N6/1G
  5. 2 HDs SATA-II Maxtor 1TB
  6. Adaptador IDE/SATA-USB
  7. HD SATA-II Seagate 1.5TB

Depois de montado o sistema, instalei o Ubuntu 9.10, versão de Desktop mesmo, pegando o monitor do meu irmão emprestado. Após a instalação, basta configurar o acesso remoto: em Sistema > Preferências > Área de trabalho remota, marque a caixa Permitir que outros usuários vejam sua área de trabalho, desmarque a caixa Você deve confirmar cada acesso à esta máquina e marque a caixa Configurar a rede para aceitar automaticamente conexões. É uma boa ideia marcar também a caixa Exigir que o usuário digite esta senha e digitar uma senha no campo. Feito isso, basta clicar em Fechar.

O processo pode continuar de qualquer outra máquina na rede, seja Linux (no Ubuntu, ir em Aplicativos > Internet > Visualizador da Área de Trabalho Remota) ou Windows (usar um visualizador de VNC, sugiro o UltraVNC que é livre). Conectando nela, uma boa pedida é instalar as atualizações e o servidor SSH – pacote openssh-server. Depois é só configurar o Transmission para fazer downloads e partir pro abraço. No meu caso só uso SSH por só usar Linux nos meus desktops (meu irmão que se vire com o WinSCP :D ) mas pode ser uma boa pedida instalar o Samba para montar os HDs externos como compartilhamentos de rede no Windows.

Para utilizar o Transmission, há algumas opções além da interface web. Para Linux, há o Transmission Remote GUI e para Windows, o Transmission Remote Dotnet.

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Aproveitando a onda de blogar as palestras, tava dando uma geral aqui no HD e achei mais duas:

A primeira, Apresentando conceitos de digitalização multimídia (download odp, slideshare), que dá uma introdução ao mundo das multimídias – imagem, áudio, vídeo – em formatos digitais, introduzindo conceitos como codecs e containers de forma simples.

A segunda, já um pouco caduca, é a “Apresentando o Ubuntu Studio” (download odp, slideshare), que ministrei no V Fórum de Software Livre do Rio de Janeiro, na UNIRIO em 2007.

Edit: Também apresentei a palestra acima no Document Freedom Day da UNIRIO em 2008.

À propósito, preciso ser um pouco mais criativo no nome das apresentações, ficar de “Apresentando Foo” sempre não dá… :D

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