Arquivo de maio 2008

Histograma em tempo real numa point-and-shoot baratinha? Software livre, sim senhor!

O CHDK é um “firmware” (sistema operacional de dispositivo) opensource (isto é, de código livre) para diversas câmeras da Canon que acrescenta novas funcionalidades a câmeras simples. As funcionalidades novas incluem: fotos em RAW, histograma em tempo real (RGB, misturado, luminosidade e para cada canal RGB), modo Zebra (alerta de sub/sobre-exposição), execução de scripts, disparo remoto via USB, disparo de fotografia por detecção de movimento, zoom durante o vídeo, gerenciador de arquivos, leitor de arquivos de texto, calendário. jogos e um medidor de bateria que funciona. Veja a lista completa no FAQ do CHDK.

Ele não substitui o firmware original, isto é, você pode trocar entre o firmware novo e o firmware antigo sempre que desejar - o que implica que não há nenhum risco em danificar a câmera; se você não gostar, é só não carregá-lo mais.

O primeiro passo é verificar se o CHDK está disponível para a sua câmera Canon. Há uma lista disponível no FAQ, mas em geral, o procedimento é o seguinte: crie um arquivo vazio chamado “ver.req” na raiz do cartão de memória, ligue a câmera, aperte Set + Disp. e verifique se o seu firmware é suportado. Daí basta baixar a versão para a sua câmera, copiar os arquivos para o cartão de memória e carregar o firmware personalizado.

Para carregar o firmware personalizado, ligue a câmera no modo de reprodução (isto é, sem abrir a lente), entre no Menu e escolha a última opção, “Update de Firmware”. A câmera irá reiniciar com o novo firmware na memória (lembrando que ao ser desligada ela volta ao normal, ou seja, sempre que você quiser usar o firmware opensource terá de usar esta opção “Update de Firmware”, a menos que se faça um procedimento explicado no FAQ).

Bom, e o resultado? Embora mal tiradas, essas duas fotos mostram o que foi possível na minha Canon PowerShoot A460:

CHDK CHDK

É possível ir além, programando scripts para criar sensores de movimento, ou ir além das capacidades originais da câmera em termos de ISO e tempo de exposição, além de oferecer novas possibilidades, como zoom durante a gravação de vídeo, fotos em RAW, histograma e leitura de arquivos de texto (além de um medidor de bateria) :) Se você tiver uma Canon, experimente também! Qualquer dúvida, deixe um comentário.

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Antes, um aviso - este post foi escrito sem consultar a Wikipédia ou qualquer outra fonte de informação tida como verdadeira. Assim, pode apresentar ligeiras incongruências.

Tenho uma relação com a Sony de amor e ódio com a Sony, pelo mesmo motivo que me faz escolher softwares livres sempre que possível: padronização.

A Sony, para mim, começa a sua glória com a invenção do antecessor do iPod, um dispositivo tão revolucionário quanto, ou mais - o Walkman. Sim, talvez hoje você ache ridículo, mas naquela época (uns 30, quase 40 anos atrás) não se podia ouvir a música que quisesse sem carregar um pesado sistema de áudio como vemos os rappers nos filmes da sessão da tarde, os soundsystems, ou boomboxes. Tal como o iPod - e quando me refiro ao iPod englobo todos os tocadores de MP3, embora não tenha sido o primeiro certamente foi e é o mais difundido - que nos permitia ouvir o que bem desejássemos, o Walkman finalmente tornou possível não só encolher o minisystem como também ouvir o que bem desejasse sem ser importunado - e sem importunar os outros. Uma verdadeira inovação, que até hoje faz as velhinhas se desculparem por se dirigirem à você enquanto você não entende porcaria nenhuma por estar com um pequeno alto-falante bem próximo do seu tímpano tocando Heavy Metal.

Pois bem, anos depois, um consórcio de empresas se reuniu para criar um formato de gravação de vídeo para o consumidor final, o VHS. A Sony, ao invés de entrar no barco, resolveu bater de frente e desenvolver um formato de vídeo concorrente, chamado Betamax. Isto gerou o que hoje conhecemos como a Primeira Grande Guerra dos Formatos, e embora tecnologicamente superior (armazenava vídeos em maior qualidade), diz-se por aí que ele foi enterrado porque os concorrentes, do VHS, rapidamente criaram um novo formato, usando as mesmas fitas VHS, que armazenava o vídeo em qualidade ainda pior, porém gravava por mais tempo, tempo suficiente para gravar uma partida de futebol americano, o que parecia ser essencial para todos os que compravam um gravador de vídeo.

Balela. Sabemos que, na verdade, a mola mestra da tecnologia é a pornografia, e dizem as más línguas que, na verdade, o Betamax foi enterrado pela recusa da Sony de permitir que as empresas produtoras de filmes educativos passassem suas lições através das fitinhas, digo, fitonas.

Sim, a pornografia é a mola mestra da tecnologia. Afinal, porque inventaram a Internet? As webcams? Celulares com vídeochamada? Por que diabos inventaram o recurso de multi ângulo nos DVDs? Pois bem.

Mas, sem mais divagações, voltemos ao assunto do post, a padronização. Anos depois, na expectativa de substituir as fitas-cassete na gravação de música para se ouvir por aí - já que os CDs já existiam, mas os gravadores domésticos, ainda não - a Sony inventou o MD, uns disquinhos meio magnéticos meio ópticos que lembravam uns disquetes mas gravavam mais ou menos a mesma quantidade que um CD de áudio. Anos se passaram, os MDs melhoraram, criaram os MDs de alta capacidade, criaram uma compressão de áudio mais avançada que o MP3, chamada ATRAC, mas até hoje só é possível gravar uma música num MD utilizando um software da própria Sony, que não funciona em Linux. E você com isso? Não funciona em Mac também. Oh, o horror. Só para Windows! Que absurdo, diriam os Mactards (pelo menos até antes dos Macs vierem com processadores Intel, o que por um breve momento foi A revolução, mas que todos pensam que sempre foi assim).

Enfim. Mais ou menos no mesmo tempo, no começo da década de 90, a Nintendo, então maioral dos games, resolveu contratar a Sony para desenvolver um drive leitor de CD-ROM para seu videogame então de última geração, o Super Nintendo. A amizade não durou muito tempo, e algum tempo depois a Sony foi dispensada pela Nintendo, por assim dizer. Então, a Sony, que tinha um super drive nas mãos, resolveu dar o troco, criando o mais avançado videogame da época, o PlayStation, que destronou o Nintendo 64 (durante o tempo que a Sony levou para projetar o Playstation, a Nintendo lançou outro videogame) e o então já apagado Genesis/MegaDrive, da Sega. O sucesso foi tão estrondoso que, mesmo com a Sega tendo lançado o Dreamcast (que era melhor que o Playstation, diga-se de passagem) hoje ela é passado, ou melhor, deixou de ser uma das maiorais em hardware para ser só mais uma softwarehouse. Há quem diga que há males que vem para o bem, já que isto possibilitou jogos em que Sonic e Mario aparecessem juntos de mãos dadas, mas deixemos isto de lado.

Muito bem, o Playstation bombou. Mas sabe porquê? Ao contrário dos outros videogames, que usavam cartuchos eletrônicos com os jogos gravados na memória, e ao contrário da tendência Sonyesca de lançarem mais um padrão novo proprietário, eles resolveram lançar um videogame que lia os jogos de simples CDs, que já eram padrão há muito tempo. Não que fosse a intenção deles (ou talvez sim), CDs são muito mais facilmente copiáveis que cartuchos, e esse fato, pelo menos no lado de cá, fez as vendas aumentarem vertiginosamente.

Vamos um pouco mais para frente. O mercado de câmeras digitais fervilha e, ao contrário de usar o antigo formato CompactFlash (que nada mais era do que uma simples versão em memória Flash dos pequenos HDs MicroDrive da IBM), utilizado até hoje em câmeras profissionais, um consórcio de empresas se reune para criar um novo padrão de cartões de memória Flash, menor que os CF, chamado Secure Digital ou simplesmente SD. Para variar, a Sony se recusa a participar da brincadeira, criando o Memory Stick (MS), assim como a Olympus, com o seu xD (não, emuxos, isto não é um emoticon de felicidade). Por alguma razão que desconheço, ao contrário da maioria dos países onde se acha câmeras entry-level decentes de diversas empresas facilmente, como as Canon, Panasonic etc, aqui no Brasil só se acha Sony. É impressionante! A idéia de interoperabilidade que esse padrão de memórias Flash tentou criar que permitiria, por exemplo, tirar o cartão da câmera, botar no celular e enviar a foto pela internet, não foi possível porque a Sony resolveu enfiar o Stick dela em nossos ânus, digo, não no meu porque eu tenho uma Canon, mas nos vossos. Ah sim, claro, você naturalmente poderia usar um celular da Sony para fazer isto. Oh céus.

E agora, a Segunda Grande Guerra dos Formatos - HD-DVD vs. Bluray. Ok, essa eles já venceram. Particularmente, achei até interessante, pois o Bluray pode armazenar mais informação. Me pergunto que diferença faz um filme pornô em baixa-qualidade Youtube-like ou em Full HD, mas não encontro resposta. Enquanto penso (ou talvez você), vou ali jogar no meu Playstation 2 e já volto.

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Desde que tive problemas com a Dreamhost, procurei outros servidores, abri uma conta no concorrente direto deles, a Bluehost, e estou gostando bastante. Daí resolvi escrever um comparativo entre os dois serviços. Vamos a ele:

DreamHost versus BlueHost

Vamos começar comparando as tabelas do que os dois hospedeiros oferecem (os links das tabelas dos dois provedores estão abaixo, colocarei aqui só as diferenças):

Característica DreamHost BlueHost
Espaço em disco 500 GB + 2 GB por semana Ilimitado1
Transferência Mensal 5.0 TB + 40 GB por semana Ilimitado2
Banco de dados MySQL Ilimitados 50
Banco de dados PostgreSQL - 50
Contas de e-mail (POP3 ou IMAP) Ilimitadas 2500
Contas adicionais de FTP Ilimitados 1000
FTP Anônimo Requer IP Único3 Sim
Painel Próprio cPanel
Instaladores Automáticos Próprio Fantastico
Perl - OK
Python - OK
Jabber OK -4
Suporte via Chat - Sim, básico5
Suporte via Telefone Sim, pago a parte6 Sim
Serviço de Afiliados Até $97 por indicação7 $65 por indicação8

1: No meu painel aparece 1536 GB, nunca passei disso para saber se eles de fato aumentam ou não.
2: No meu painel aparece 15360 GB (15 TB), nunca passei disso para saber se de fato eles aumentam ou não.
3: Funcionalidade paga à parte, custando $3.95 ao mês.
4: A BlueHost não oferece servidores Jabber, mas dependendo do uso que você vá ter isto não faz diferença, já que o Google Apps pode oferecer o serviço gratuitamente para os mesmos domínios.
5: O suporte via chat é básico, dependendo do que você precise, será necessário abrir uma requisição no painel.
6: A DreamHost oferece o serviço de suporte via telefone, mas ele é pago, custando $9.95 ao mês, limitado a três chamadas.
7: O serviço de indicação da DreamHost funciona com códigos de desconto, que reduzem em até $97 o preço que o indicado vai pagar (por exemplo, você cria um código que dá $50 de desconto e ganha $47, ou cria um código que dá $97 de desconto e não ganha nada).
8: O serviço de indicação da BlueHost é fixo, você ganha $65 por cada cliente indicado, mas a indicação não gera desconto algum para o indicado.

Fonte: Tabelas de serviços da Dreamhost e da Bluehost.

E quanto à qualidade do serviço, que é o que importa? Já tendo utilizado os dois, posso afirmar com todas as palavras, independentemente do acontecido comigo na Dreamhost: O serviço da Bluehost é muito melhor: as páginas carregam mais rápido (servidores menos lotados), o tempo de carregamento de uma sessão de SSH é bem menor (pouco menos de 5 segundos na BlueHost contra os quase 2 minutos da DreamHost) e o suporte é excelente (ao contrário da DreamHost, respondem rápido via painel/email, e também tem suporte via chat e telefone, que eu também já utilizei, principalmente no período turbulento de mudanças da DreamHost para a BlueHost).

Procurando por “dreamhost” no Google, temos hoje aproximadamente 5.480.000 resultados, “dreamhost sucks” nos dá 125.000 resultados; dividindo um pelo outro temos 43,84. Já o mesmo pra a Bluehost dá 1.920.000/14.400 = 133,33. Em outras palavras, a quantidade de reclamações da Dreamhost em relação ao número de clientes é proporcionalmente muito maior que a da Bluehost.

Em resumo: os dois são servidores compartilhados, os dois fazem overselling (venda acima da capacidade) e oferecem serviços inferiores aos de um host virtualizado ou dedicado, os dois dizem nos Termos de Uso que podem cancelar a sua conta sem nenhum aviso prévio (como a DH já fez comigo) mas, mesmo assim, a BlueHost é muito melhor que a DreamHost. Ponto.

Perguntas sobre os dois serviços? Críticas? Sugestões? A caixa de comentários é toda sua.


Original do título: dreamhost-vs-bluehost.xcf

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Originalmente, chamaria este post de “Enxotado da Dreamhost”, mostrando o que aconteceu sem nenhuma análise posterior, mas resolvi dar a ele um caráter mais didático. Vamos aos fatos:

Era cliente da Dreamhost há 1 ano e 8 meses, tendo assinado o plano Crazy Insane Domain em 13/11/2006, pagando $119.40, tendo renovado-o por mais um ano em 13/11/2007, pagando os mesmos $119.40, tendo portanto hospedagem garantida até 12/11/2008. Além disto, já tinha registrado diversos domínios (mais de uma dezena), pagando $9.95 por cada um. No total, meus gastos lá foram de $398.00, uma quantia a meu ver bem razoável.

No começo do mês passado, fiz uma compra no valor de $1.50 na DealExtreme, uma película para o N95 (que ainda tenho de resenhar). A fatura do cartão veio pouco mais de R$ 2 e, talvez pelo valor desprezível, esqueci-me de pagá-la, e tive o cartão bloqueado. Começavam aí os meus problemas.

Sem me atentar que o cartão estava bloqueado, comprei mais um domínio através do painel da Dreamhost, marcando o pagamento no cartão que estava bloqueado e, naturalmente, o pagamento foi recusado. Aí, poderíamos ter 3 possibilidades:

  1. Prezado cliente, tentamos efetuar o pagamento de $9.95 no cartão tal, mas o pagamento foi recusado. Você poderia utilizar outra forma de pagamento, como outro cartão?
  2. Prezado cliente, tentamos efetuar o pagamento de $9.95 no cartão tal, mas o pagamento foi recusado, portanto cobramos uma multa de $25. Você poderia utilizar outra forma de pagamento, como outro cartão, para pagar os $34.95 devidos?
  3. Prezado cliente, tentamos efetuar o pagamento de $9.95 no cartão tal, mas o pagamento foi recusado, portanto cobramos uma multa de $25. Você poderia utilizar outra forma de pagamento, como transferência eletrônica para a conta tal, cheque via correios, ou mesmo dinheiro em espécie via correios, para pagar os $34.95 devidos?

Qualquer uma das alternativas seria razoável, claro que como qualquer pessoa eu preferiria a primeira, mas estaria disposto a ir até a terceira (ou qualquer outra) para recuperar meus domínios, arquivos e bancos de dados sem backup. Mas não na Dreamhost.

Dear Arlindo,
We have received a notice that there was a chargeback made by the owner of the payment method that you paid for your account with.  This is a very serious matter.  I have deducted the amount of the chargeback, $9.95, from your account and added our standard fee of $25.00 as well.
This is a time sensitive issue and must be resolved promptly.  Please reply to this email with information about how you will deal with this situation.  I have disabled your account on the basis of fraudulent charges and non-payment.  I thank you for your time and hope to hear from you soon.
Sincerely,
DreamHost Billing Department

Em bom português, “nós tentamos deduzir $9.95 da sua conta, não conseguimos, e por isso cobramos $25 de multa. Sua conta foi desativada por falta de pagamento, por favor nos contate sobre como você pretende resolver isso.” Ok, pensei, basta eu pagar com outro cartão os $34.95 e pronto, certo? Errado.

Hi, i had some issues with my Credit Card. I want to pay with another card but the [administration] panel doesn’t lets me. Please, help me, this account is for work, what do I do?
Thanks in advance.

“Tive problemas com o cartão de crédito, tento acessar o painel de pagamento mas não consigo, o que fazer?” Resposta:

Hello Arlindo,
Unfortunately disputed payments are not eligible for re-enabling. Please understand that disputed payments are a serious issue that negatively effect our relationship with credit card processors and are expressly prohibited in our Terms of Service. It is our policy to immediately and permanently disable all accounts with disputed charges.
Thanks,
Kris

Com os meus comentários em parênteses: “Infelizmente pagamentos recusados não são elegíveis para reativação (mais hein!?) Por favor compreenda que pagamentos recusados são um problema sério que afeta negativamente nosso relacionamento com as empresas de cartão de crédito (e eu com isso? é por isso que vocês estão cobrando essa multa de $25, não?) e são expressamente proibidos pelo nosso Termo de Serviço (oh fuck). É nossa política desativar imediatamente e permanentemente todas as contas com problemas de pagamento.

Daí se sucederam vários emails procurando alternativas de conciliação, alguma forma de recuperar meus arquivos e bancos de dados que não tinham backup local (isto é, tinham backups, mas eles também ficavam no servidor)… Nada feito. Por causa de $9.95, os caras simplesmente enxotaram um cliente de quase dois anos (ou sem o quase, já que eu hipoteticamente seria cliente até novembro deste ano), que já consumiu $398.

A pergunta que não calou é: Se eu não posso pagar de forma alguma, como (e porque) eles esperam que eu pague os tais $34.95?

Eu sei que a Dreamhost é um servidor (bastante) compartilhado, que tem lá seus problemas (como as páginas dinâmicas freqüentemente demorarem quase um minuto para carregar, ou o acesso SSH demorar quase dois minutos para me dar uma shell), mas pelo preço que pagava, era um cliente razoavelmente satisfeito.

Conclusão: por causa de $9.95, perdi meu chão perdi meus arquivos, bancos de dados, e controle dos domínios registrados em menos de 60 dias até o fim deste prazo (isto é, domínios que registrei no final do mês passado, só vou poder mexer no final do mês que vem). Não podia nem mudar o DNS dos domínios registrados por eles. Pra dar noção da gravidade, tive de recuperar os posts deste blog através da Wayback Machine do Internet Archive e do cache do Google.

Bom, depois de tudo migrei o que pude para o concorrente deles, a Bluehost, que até agora nesses menos de um mês que sou cliente me proveu um serviço BEM melhor do que a Dreamhost, mas isto é assunto para um post específico, Dreamhost x Bluehost.

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